<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759</id><updated>2011-08-05T14:22:07.601-07:00</updated><title type='text'>Mensagem Pastoral</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-3440289625657314387</id><published>2008-11-30T10:21:00.000-08:00</published><updated>2008-11-30T10:24:54.087-08:00</updated><title type='text'>A VIDA E O CAMINHO NO ESPÍRITO DE CRISTO</title><content type='html'>&lt;em&gt;E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.&lt;/em&gt; (Gálatas 5:24,25)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compreensão do significado da vida e o caminho no Espírito de Cristo é de fundamental importância para o entendimento de quem somos em Cristo e para que somos em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não nos chamou simplesmente para sermos em Cristo, mas também para realizarmos as ações de Cristo. Isto é, não somente vivermos em Cristo, mas também andarmos nEle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Viver no Espírito de Cristo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eis aí o que não se pode fazer por conta própria. Viver requer um nascimento e ninguém nasce por que quer. Nasce-se por uma vontade alheia. A vontade dos pais é que determina o nascimento de uma nova vida. Ainda que esta vontade não fosse exatamente gerar filhos, não se pode atribuir ao filho a responsabilidade de ter nascido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma não há mérito algum que possa ser atribuído ao homem quando este recebe a experiência do novo nascimento, o nascimento do Espírito. Jesus afirmou que o nascimento do Espírito se daria onde o espírito desejasse, sem que soubéssemos de onde vinha, nem para onde iria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estamos vivos a causa disso é uma só: Cristo nos deu vida. Assim dizia o apóstolo Paulo: &lt;em&gt;“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” &lt;/em&gt;(Efésios 2:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida em Cristo não consiste em o homem conquistar Deus, mas sim em Deus conquistar o homem. Não advém de obra alguma que o homem possa fazer, mas sim da graça de Cristo. É ela e não nossas obras que proporcionam vida espiritual. Todavia, &lt;em&gt;“Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Andar no Espírito de Cristo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo nascimento e a nova vida em Cristo não é um fim em si mesmo. Cristo nos deu nova vida para que andemos em novidade de vida. A nova vida que Cristo dá inclui o caminhar, e este cabe a cada um de nós, bem como a todos nós em comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade não há vida nova sem um novo caminhar. De nada adianta dizer ter uma vida cheia do Espírito se não há ações que reflitam o caráter de uma vida espiritual. Assim diz São Tiago: &lt;em&gt;“Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé”&lt;/em&gt; (Tiago:2:17,18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito embora sejamos salvos pela graça e não pelas por obras. Não somos salvos para viver sem obras. Pelo contrário, nossa fé deve ser mostrada por meio delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente muitos crentes tentam mostrar sua fé com fé somente. Aparentam uma espiritualidade que nem de longe condiz com suas atitudes. Resumem a vida espiritual aos louvores, à adoração, às orações, correntes, campanhas e tudo o mais que lhes proporcionem um sentimento de bem estar. Eu também amo e preciso dispor de tempo em louvor, adoração e estudo das Escrituras. Mas isso não é tudo! Não basta viver, é preciso caminhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminhar é ação, é atitude. Demanda renúncia, disposição, preparo e responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para caminhar em Cristo, em primeiro lugar devem renunciar a si próprio, a carne e sua concupiscência. Não há como viver em Cristo sem antes nEle morrer. Não se vive nova vida sem antes renunciar o antigo modo de viver, assim classificado por Paulo: &lt;em&gt;“imoralidade sexual, impureza, indecência, adoração a ídolos, feitiçarias, inimizades, brigas, ciumeiras, acessos de raiva, ambição egoísta, desunião, divisões, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas”&lt;/em&gt; (Gálatas 5:19-21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhar significa deixar coisas pra trás. Não dá pra caminhar com Cristo e permanecer no mesmo estágio carnal. Há que se romper com certas coisas. No dia em que nascemos tivemos nosso cordão umbilical cortado. A partir de então passamos a respirar sozinhos, a sugar e depois se alimentar, a engatinhar e depois andar. Nada disso seria possível sem deixar o estágio anterior. Da mesma forma, não se pode andar em Cristo sem antes deixar o pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhar em Cristo é dispor-se a trabalhar por Ele. Colocar a sua disposição o tempo, o dinheiro, os bens, a vida, o intelecto. É dispor-se a ajudar o necessitado, manter obras evangelizadoras, contribuir com hospitais, asilos, orfanatos e órgãos de assistência social. É envolver-se de fato em favor do Reino de Deus. De nada adianta declarar amor ou admiração por isso ou aquilo se não houver disposição em trabalhar, contribuir, ofertar, se deixar consumir, dar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhar em Cristo não é fácil, exige preparo, requer o exercício da fé, porque a fé genuína requer o exercício em obras. Afinal, nossa fé não pode ser unicamente teórica. A fé deve produzir ações. Todavia, não somos capazes de realizar, de imediato, qualquer obra que seja, mas podemos fazer o que nos vier à mão de acordo com as forças (fé) que dispomos. Assim, a cada obra que realizamos nos fortalecemos para realizarmos obras cada vez maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, andar com Cristo requer responsabilidade. Infelizmente, muitas vezes, se inverte os valores. Atribui-se ao homem os méritos da salvação e a Deus a responsabilidade de andarmos. Então, quando algo de errado acontece, a culpa é de Deus ou do diabo, nunca do errante. Isso está errado! Foi Deus quem nos salvou e não temos mérito algum nisso. Somos nós que erramos e a responsabilidade de errarmos ou deixarmos de caminhar é toda nossa. Ainda assim, Ele não nos deixa só e nos dá toda força de que necessitamos para caminhar, bem como para levantarmo-nos após a queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão”&lt;/em&gt; (1 Cor.15:58).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-3440289625657314387?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/3440289625657314387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=3440289625657314387' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3440289625657314387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3440289625657314387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/11/vida-e-o-caminho-no-esprito-de-cristo.html' title='A VIDA E O CAMINHO NO ESPÍRITO DE CRISTO'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-3981876083333485100</id><published>2008-11-09T09:01:00.000-08:00</published><updated>2009-08-19T19:58:18.747-07:00</updated><title type='text'>A PALAVRA PROFÉTICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SRcbiGIByzI/AAAAAAAAABI/8_8cZLhZypw/s1600-h/Meu-Desejo-e---Quem-Se-Impo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266708561806871346" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 200px; height: 200px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SRcbiGIByzI/AAAAAAAAABI/8_8cZLhZypw/s200/Meu-Desejo-e---Quem-Se-Impo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Virou moda falar a palavra profética. Entretanto, a moda que se fala nada tem a ver com o que de fato é profecia. Estão confundindo ‘palavra profética’ com ‘confissão positiva’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho observado que nos vários seguimentos religiosos onde o termo tem sido usado, a tal palavra profética é utilizada tão somente como afirmação do que se deseja. Isto é, afirma-se o que se deseja e atribui-se a afirmação a uma obrigação de Deus em realizá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno detalhe de que se esquecem é que, em toda Escritura Sagrada, jamais uma profecia foi gerada pelo profeta. Todas as profecias são geradas pelo Espírito de Deus e o profeta é apenas seu porta-voz. Não nos é outorgado, ao menos nas Escrituras, qualquer autoridade para falar o que desejamos declarando ser essa a palavra da profecia do Espírito. Toda nossa autoridade consiste em anunciar a profecia já revelada nas Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum profeta jamais declarou algo proveniente de seus desejos como se fosse palavra do Espírito. O próprio apóstolo Paulo teve zeloso cuidado em não cometer tal ultraje, quando falou seu desejo ou opinião disse: &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;“digo eu, não o Senhor”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (1 Coríntios 7:12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra profética é gerada do Espírito Santo e transmitida pelos profetas. Por isso, não há uma só profecia que diga: &lt;em&gt;“eu declaro”&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;“eu determino”&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;“eu profetizo”&lt;/em&gt;. A verdadeira profecia diz: &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;“Assim diz o Senhor”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, afinal, o que o Senhor diz? Haveria alguma revelação a mais que Ele queira dizer que não tenha dito nas Escrituras? A menos que o Apóstolo Paulo tenha se enganado redondamente, não há mais o que Deus queira revelar. Disse Paulo: &lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;"Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue &lt;strong&gt;evangelho que vá além do que vos temos pregado&lt;/strong&gt;, seja anátema"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (Gálatas 1:8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente impressionante como muitos desejam conhecer mais a Deus sem querer conhecer mais as Escrituras. Dizem querer experiências com Deus sem querer conhecer o que Deus já nos deu para experimentarmos, a saber, sua Palavra. Querem conhecer a Cristo sem conhecer a Palavra, que é Cristo. Enquanto os Romanos trocaram o relacionamento com Cristo, da Palavra para a hóstia, os pentecostais trocaram o relacionamento, da hóstia para as “experiências”, o empirismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do empirismo, muitos querem descobrir o que Deus não revelou, ao tempo em que rejeitam o que está revelado. Quando não entendem o que a Bíblia diz, ou quando o que ela diz contraria o que crêem, dizem que isso não pertence ao homem saber, que está oculto em Deus. Ora, quanta incoerência! Se Deus escreveu nas Escrituras Sagradas, está revelado! Ao invés de dizerem que não pertence ao homem saber, deveriam ter a humildade de querer aprender. Afinal, se o Espírito não revelar o que está escrito, porque revelaria o que não está? E se não pertence ao homem saber o que está escrito, porque Deus escreveu? Não é estupidez querer entender o que não está revelado nas Escrituras (e isto sim ao Senhor pertence) e negligenciar o que está revelado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função do Espírito Santo não é nos ensinar o que não foi revelado, não é nos fazer adivinhar, e sim nos lembrar e ensinar todas as coisas que Jesus falou (João 14:26).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Palavra profética consiste em anunciar o Reino de Deus e a sua justiça. Hora promovendo a virtude, hora denunciando o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavra profética não é declarar jargões positivistas. Não foi assim que procederam os profetas e os apóstolos. Muitos sofreram martírio, exatamente, por causa das injustiças e heresias que denunciaram. Logo, ser profeta, hoje, é anunciar a profecia revelada nas Escrituras, é levar amor de Deus aos carentes através das boas obras, é anunciar o Reino de Deus, que &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;em&gt;“é justiça, paz e alegria no Espírito Santo”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (Romanos 14:17). Mas não é só isso, a Palavra Profética é aquela que se levanta contra as injustiças sociais, o mau uso dos recursos naturais, o abuso da boa fé popular, o legalismo religioso, a corrupção, as heresias e coisas semelhantes a essas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a verdadeira palavra profética não interessa aos “grandes profetas”, líderes religiosos, cada vez mais envolvidos em conchavos políticos e cegos pela sede de poder. Para esses, quanto menos conhecimento (Bíblico ou científico) o povo tiver, mais fácil será dominá-lo, e isso é o que lhes importa. E assim, prosseguem com seu empirismo e charlatenismo, fazendo-se semi-deuses, enganando a massa burra, construindo seus impérios &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;em&gt;“acima das estrelas de Deus”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (Isaías 14:13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo, não se deixe enganar, já dizia Jesus, &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;em&gt;“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; (João 5:39).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;“porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (Mateus 24:24).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-3981876083333485100?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/3981876083333485100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=3981876083333485100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3981876083333485100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3981876083333485100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/11/palavra-proftica.html' title='A PALAVRA PROFÉTICA'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SRcbiGIByzI/AAAAAAAAABI/8_8cZLhZypw/s72-c/Meu-Desejo-e---Quem-Se-Impo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-5130483173667751651</id><published>2008-09-08T21:12:00.000-07:00</published><updated>2008-09-08T21:16:14.341-07:00</updated><title type='text'>A SALVAÇÃO É INDIVIDUAL OU COLETIVA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SMX4fBX7upI/AAAAAAAAAA8/ftkvy1Ej50w/s1600-h/jesus-pregando.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243870552971262610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SMX4fBX7upI/AAAAAAAAAA8/ftkvy1Ej50w/s200/jesus-pregando.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Sempre ouvi dizer que a salvação é algo individual. Mas, honestamente, nunca li um só versículo bíblico que afirmasse tal conceito. Ao contrário, o que encontro são vários versículos que atestam a salvação de um povo, ou de uma nação, uma raça, tribo, toda terra, ou mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado podemos perceber que a perdição pode ser individual. Eram cem ovelhas quando uma delas, individualmente, se perdeu. Da mesma forma a perdição do filho pródigo se deu de forma individual. É claro que também encontramos exemplos de perdição coletiva, de tal forma que Deus certa vez afirmou que seu povo (termo coletivo) perecia por falta de conhecimento. Assim, encontramos exemplos de perdição coletiva e individual. No entanto, ao que se refere à salvação só a encontramos coletivamente, nunca individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que não precisamos de ninguém para nos perder; e na maioria das vezes nos perdemos exatamente por não ter ninguém ao lado. Não foi a toa que Deus disse: “Não é bom que o homem viva só”; não por acaso Jesus enviou seus discípulos de dois em dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos seres sociais e seja qual for nosso temperamento, se quisermos crescer como pessoas, precisamos aprender a viver em comunhão, compreendendo a necessidade que temos uns dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como ser cristão individual. Não se vive cristianismo isolado. Isso porque o cristianismo não se resume em ter comunhão apenas com Deus, mas ter comunhão com Deus e com o próximo. É essa a mensagem expressa na cruz: uma haste vertical, prefigurando a comunhão com Deus e outra haste horizontal, prefigurando a comunhão com os irmãos. Afinal, se não amas teu irmão a quem vês, como podes amar a Deus, a quem não vês?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É salvo quem faz parte de um povo salvo, quem está ligado ao corpo de Cristo. Pois se alguém não está ligado a ele é como um ramo seco que para nada mais serve senão ser jogado ao fogo. Assim já dizia Santo Agostinho: “Não há salvação fora da Igreja de Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero dizer com isso que a salvação esteja atrelada a alguma instituição religiosa, seja ela qual for. Afinal, muitas instituições religiosas estão longe de parecer-se Igreja de Cristo, muito embora se denominem como tal. Refiro-me à Igreja àqueles que comungam da fé em Cristo e se dispõem a viver em comunidade a serviço do próximo. Estou certo de que embora existam aqueles que vivem em comunidade sem de fato amar, é impossível que alguém que de fato ame não viva em comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A salvação não é individual porque a vontade de Deus é salvar a todos. A salvação não é individual porque não é um fim em si mesmo, a finalidade de sermos salvos é levarmos a salvação a outros que ainda estão perdidos. A salvação não é individual porque ninguém consegue salvar-se a si próprio, antes necessita da graça de Cristo que é manifestada por meio de seu corpo na terra, a Igreja. A salvação não é individual porque um dos passos do processo de salvação é o chamado, e este se dá pela voz do Espírito e a noiva (Igreja) que juntamente dizem: “vem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ser salvo não significa qualquer mérito pessoal. Significa sim, graça de Cristo, que move céus, terra e corações a fim de nos alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, oremos: Obrigado, Senhor por todos aqueles que o Senhor tem colocado em nosso caminho. Pois são anjos sem os quais não saberíamos encontrar-Te!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Rev. Julio Fernandes&lt;br /&gt;Igreja REINA – SC&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.igrejareinasc.blogspot.com/"&gt;www.igrejareinasc.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-5130483173667751651?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/5130483173667751651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=5130483173667751651' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/5130483173667751651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/5130483173667751651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/09/salvao-individual-ou-coletiva.html' title='A SALVAÇÃO É INDIVIDUAL OU COLETIVA?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SMX4fBX7upI/AAAAAAAAAA8/ftkvy1Ej50w/s72-c/jesus-pregando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-4573513960996758888</id><published>2008-08-24T20:39:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T20:48:09.902-07:00</updated><title type='text'>A FÉ QUE OPERA e o SÁBADO</title><content type='html'>&lt;a href="http://sef.feparana.com.br/apost/fig28_1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://sef.feparana.com.br/apost/fig28_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As duas primeiras curas realizadas por Jesus e relatadas pelo evangelista João, trazem um ponto comum muito importante. Em ambos os casos, a cura não foi operada conforme, os que dela necessitavam, esperavam. Isto é, o milagre não aconteceu conforme a fé deles, mas sim conforme a fé de Cristo. Isso nos leva a entender que mais do que ter fé &lt;em&gt;EM&lt;/em&gt; Cristo, precisamos receber a fé &lt;em&gt;DE&lt;/em&gt; Cristo. Pois o limiar de nossa fé jamais delimitou, nem jamais delimitará o agir de Deus sobre nós. Mesmo que, em algumas circunstâncias, Jesus tenha dito que foi a fé da pessoa que a salvou, Ele jamais ficou dependente de tal fé para operar o que quisesse. Até porque se a pessoa teve alguma fé, tal fé foi concedida pelo próprio Senhor Jesus mediante seu próprio Espírito, pois a fé é um dom de Deus. Assim, se Deus nos exige fé, antes nos concede a fé exigida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas igrejas concentram seus esforços no princípio de fazer com que seus seguidores exercitem sua fé &lt;em&gt;EM&lt;/em&gt; Cristo. Para isso promovem campanhas onde usam de objetos, amuletos, votos, sacrifícios, concentrando o princípio da fé nas mãos dos homens em lugar das mãos de Deus. No entanto, o verdadeiro milagre tem muito mais haver com a fé &lt;em&gt;DE&lt;/em&gt; Cristo, do que com a fé &lt;em&gt;EM&lt;/em&gt; Cristo. Graças a Deus, por isso! Afinal, as pessoas que mais necessitam de um milagre, são exatamente aqueles que menos tem forças pra crer. Assim veremos nos casos a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro episódio Jesus estava em Cana da Galiléia, quando um oficial do rei, cujo filho estava doente, pediu a Jesus que fosse até Cafarnaum curar seu filho. Ao contrário do que este esperava, Jesus tão somente disse que seu filho já estava curado. Ao descer à Cafarnaum os servos do oficial vieram-lhe ao seu encontro, dizendo-lhe que seu filho vivia, e constatou que a febre o havia deixado no exato momento em que Jesus lhe havia dito: &lt;em&gt;“vai, teu filho vive”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus viveu em meio a um povo que dependia de sinais palpáveis e tangíveis para crer e exercer a fé. Por isso aquele homem esperava um toque físico de Jesus em seu filho enfermo, para curá-lo. Ao que Jesus fez uma severa crítica, relatando a necessidade de sinais, que aquelas pessoas tinham para, só então, crer. Jesus estava mostrando que, por meio dEle, um novo tempo estava sendo instituído, onde sua palavra seria o modus operandi da fé. Isto é, o milagre não necessitaria mais da crença ritualista, do toque, do visível, do palpável, como era até então, onde toda fé era visualizada e mensurada nos costumes e leis cerimoniais. Neste novo tempo, instituído por Cristo, crer em Sua Palavra é tudo o que precisamos para ver a glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo episódio, um homem paralítico esperava, há 38 anos, a chance de ser o primeiro a lançar-se nas águas do tanque chamado Betesda, quando estas fossem agitadas pelo anjo que as agitava de ano em ano. Qualquer pessoa que mergulhasse primeiro nestas águas quando eram agitadas, era curada de qualquer enfermidade. Este episódio, além de relatar a cura proveniente de Deus, relata uma figuração de Cristo, pois a água prefigurava Jesus, o Verbo encarnado de Deus, a Palavra Viva; o anjo prefigurava o filho de Deus vindo do céu, batizador com Espírito Santo. É no mover do Espírito de Deus sobre sua Palavra que recebemos vida espiritual, regeneração, restauração e cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais me chama a atenção neste texto é que o homem tinha, de um lado, o tanque que simbolizava Jesus e, do outro lado, o próprio Jesus. Quando Jesus lhe pergunta se queria ser curado, o homem reclama a falta de ajuda para ser lançado ao tanque. Ah! Se ele soubesse com quem estava falando, a resposta certamente seria outra! Ele estava diante do próprio Cristo e ainda assim depositava sua confiança naquilo que tão somente simbolizava Cristo. O não conhecer Jesus faz com que muita gente, ainda hoje, se porte da mesma maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico impressionado com a forma como as igrejas ditas cristãs usam e abusam das figuras, imagens e símbolos em seus rituais de orações, curas e prosperidade. Aliás, existe óleo para cada tipo de milagre desejado, sacrifícios para cada bênção a ser alcançada, objeto “ungido” para cada mal a ser “exorcizado”. E o pior é que muitos desses objetos, artefatos, relíquias, rituais ou sacrifícios nem sequer são figuras de Jesus. Se conhecessem a Jesus verdadeiro não precisariam depositar sua fé nesses amuletos. Abandonariam essas práticas que tão somente configuram verdadeira feitiçaria* e outras vezes vodu*. (* confira o glossário)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais atos e figuras simbólicas são perfeitamente compreensíveis quando analisados na perspectiva de quem vivia em um tempo em que Cristo ainda não havia sido manifesto aos homens. Assim, tais figuras e rituais serviam de sinal e anelo que apontavam Cristo, afim de que Cristo, ao vir, fosse reconhecido pelos seus. Uma vez que Cristo tenha vindo, morrido e ressuscitado, que esteja entre nós, e nós o tenhamos reconhecido e vivamos nEle, não precisamos mais de sinais, ou sombras, pois temos o próprio do qual os sinais figuravam. Não se precisa das placas que indicam o caminho, depois que já se chegou ao destino. Assim, não precisamos das sombras se já temos Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma deve ser compreendida a questão da guarda do sábado que, não por acaso, é abordada nesse mesmo texto e contexto, onde não só Jesus a quebrou, curando nesse dia, como ordenou ao paralítico quebrá-la, carregando sua cama. Tal quebra não se trata de insubordinação ao mandamento divino, mas sim de que já havia cumprido seu propósito, pois sua finalidade era apontar para Cristo. Paulo Afirmou que os sábados eram sombras do que havia de vir, sendo que o que havia de vir era Cristo. Portanto, o sábado simbolizava Cristo, em quem encontramos refrigério e descanso. Uma vez que tenhamos o próprio Cristo em nossa vida, não é coerente continuarmos com os olhos fitos na sombra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo”&lt;/em&gt; (Colossenses 2:16-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha oração é para que o Senhor nos faça compreender a sua graça, vivendo pela fé, a fé &lt;em&gt;DE&lt;/em&gt; Cristo, que nos é dada por meio de sua Palavra vivificada pelo Santo Espírito. Afim de que possamos dizer: Tua graça me basta, Senhor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rev. Julio Fernandes&lt;br /&gt;REINA - SC&lt;br /&gt;www.igrejareinasc.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glossário (segundo Freud em Totem e Tabu)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feitiçaria&lt;/strong&gt; – Rituais representativos que visam manipular a ação dos deuses.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vodu&lt;/strong&gt; – Rituais representativos que visam manipular a ação e vida das pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-4573513960996758888?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/4573513960996758888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=4573513960996758888' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/4573513960996758888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/4573513960996758888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/08/f-que-opera-e-o-sbado.html' title='A FÉ QUE OPERA e o SÁBADO'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-3204038575585545136</id><published>2008-08-18T11:31:00.000-07:00</published><updated>2008-08-18T11:40:04.752-07:00</updated><title type='text'>O BOM CAMINHO, UMA ÓTIMA RECOMPENSA</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.ipmontesiao.com.br/imagens/0001-1000/416.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.ipmontesiao.com.br/imagens/0001-1000/416.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No capítulo 20 do Evangelho segundo São Mateus, Jesus conta a parábola do senhor que contratou vários trabalhadores para trabalharem em sua vinha, uns logo ao iniciar o dia, outros às nove da manhã, outros ao meio dia, três da tarde e por derradeiro contratou alguns perto das cinco. Ao acertar as contas, pagou o mesmo valor, tanto ao que trabalhara o dia inteiro, quanto ao que trabalhara apenas uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal qual a reclamação dos que trabalharam mais, neste episódio, é a reclamação de muitos, que se consideram justos, nos dias de hoje. Estes afirmam que é injusto, da parte de Deus, acolher em seus braços aquele que se arrependeu de suas más obras no último instante de sua vida, a exemplo de um dos ladrões na cruz ao lado da cruz de Jesus, que sem ter feito qualquer boa obra recebeu o paraíso, tal qual uma pessoa que viveu dedicando toda a sua vida à caridade em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta que encontramos no relato do evangelista Mateus ainda serve os nossos dias: “por acaso não tenho o direito de fazer o que quero daquilo que é meu?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, a Bíblia diz que a salvação pertence ao Senhor. Não pode, Ele, dá-la a quem quiser? Se Ele salva o sujeito mal no último segundo, não deveríamos ficar felizes com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, ninguém deveria se sentir injustiçado por dedicar a vida inteira a Deus e receber o mesmo soldo de quem só se lembrou dEle aos 45 do segundo tempo da prorrogação. Ninguém deveria ter inveja deste. Afinal, este pobre coitado passou a vida sem ter tido a felicidade de ser um bom sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente acha que fazer o bem é um sacrifício penoso que o torna merecedor do paraíso. Que engano! Não há nada mais prazeroso que servir o Reino de Deus e sua justiça. Não deixe pra amanhã, entregue-se a Cristo hoje, converta-se de seus maus caminhos. A recompensa começa aqui mesmo, na simples satisfação de viver o bom caminho e trabalhar nele desde cedo, carregando nossa cruz e seguindo o Mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Pr. Julio Fernandes&lt;br /&gt;Igreja REINA - SC&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-3204038575585545136?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/3204038575585545136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=3204038575585545136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3204038575585545136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3204038575585545136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/08/o-bom-caminho-uma-tima-recompensa.html' title='O BOM CAMINHO, UMA ÓTIMA RECOMPENSA'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-5286449186854611894</id><published>2008-08-04T19:07:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T14:09:05.596-07:00</updated><title type='text'>PALAVRAS, MORTAS, OU ETERNAS?</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”&lt;/em&gt; (Mateus 10:28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“kai mh fobhqhte apo twn apokteinontwn to &lt;strong&gt;swma&lt;/strong&gt; thn de &lt;strong&gt;yuchn&lt;/strong&gt; mh dunamenwn apokteinai fobhqhte de mallon ton dunamenon kai &lt;strong&gt;yuchn&lt;/strong&gt; kai &lt;strong&gt;swma&lt;/strong&gt; apolesai en &lt;strong&gt;geennh&lt;/strong&gt;”.&lt;/em&gt; (texto original grego)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i78.photobucket.com/albums/j104/poesia_portuguesa/reinventar_palavras.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://i78.photobucket.com/albums/j104/poesia_portuguesa/reinventar_palavras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando Jesus disse estas palavras, Ele bem sabia a dimensão exata do que isso representava para os seus discípulos. Afinal, o Filho de Deus se fez homem, assumindo e vivendo na própria carne todas as emoções e sentimentos que um ser humano pode viver, e o viveu intensamente, até seu último suspiro. Certamente, Ele não se referia unicamente à morte do corpo em si, mas de tudo quanto o corpo (do grego swma) representa. E representa todo universo físico, palpável e mensurável, que norteia a vida. Do mesmo modo, Jesus não só fez menção aos assassinos, mas também àqueles que podem nos trair, roubar, caluniar ou ferir o coração. Assim, não temer “os que matam o corpo” é estar disposto a continuar lutando, mesmo que se perca tudo na vida. Pois, infelizmente, é nessa hora que muitos morrem, mesmo continuando a respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, a palavra &lt;em&gt;yuchn&lt;/em&gt; é traduzida como &lt;em&gt;alma&lt;/em&gt;, o que traz à maioria das pessoas a concepção de um “fantasma” ou um ser espiritual que habita um corpo sem necessariamente depender do corpo para sua existência. Sem querer abordar os méritos ou deméritos das teorias antropológicas religiosas, quero trazer a luz o fato de que &lt;em&gt;yuchn&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;psushe&lt;/em&gt; tem sua conotação direta com mente e assim podemos relacioná-la aos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;pensamentos, ideais, conhecimentos, ensinamentos, fé, sabedoria&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. E é dentro dessa raiz que queremos nos ater, pois acreditamos piamente que essa é a essência do que Cristo estava tratando neste texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise contextual nos mostra que Cristo estava incentivando aos seus discípulos a proclamarem sua fé, aquilo que aprenderam de Cristo e conseqüentemente criam. A verdade é que eles receberam de Cristo um conhecimento sem precedentes, e seus pensamentos estavam sendo forjados pelo fogo do qual nenhum homem havia provado até então. Assim estava se formando a &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; dos Apóstolos. Por certo, não podia, uma &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; tão preciosa morrer com os discípulos. Era preciso proclamá-la aos quatro ventos. Mais tarde Jesus diria: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Dessa &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt;, os ensinamentos de Jesus, ainda hoje, depende a transformação do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As idéias, os pensamentos, as palavras, os conhecimentos, enfim a &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; morre com seus portadores quando não é proclamada. E diante dessa perspectiva quero dizer que podem roubar-nos os bens, ferirem-nos o coração, trair-nos deliberadamente, podem até matar-nos o corpo, mas não poderão destruir nosso conhecimento adquirido e transmitido, seja por artigos, livros, pregações, discipulado, conversas e músicas. Não poderão apagar do coração dos que nos ouvem, toda&lt;em&gt; psique&lt;/em&gt; transmitida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator importante é a compreensão etimológica da palavra&lt;em&gt; inferno&lt;/em&gt;, aqui traduzida do original &lt;em&gt;geennh&lt;/em&gt;, uma palavra grega usada para referir-se ao vale de Tofete, um grande e conhecido cemitério onde muitas vezes foram realizados sacrifícios de inocentes. A palavra &lt;em&gt;geennh&lt;/em&gt; é citada onze vezes, no Novo Testamento, sempre por Jesus, para aludir a morte eterna ou castigo sobre Israel. No caso deste texto, o termo inferno não se refere a um lugar metafísico, assim como o termo alma não se refere a um “ser” metafísico. Jesus referiu-se a &lt;em&gt;geennh&lt;/em&gt; como o destino do corpo sem vida, isto é, cemitério. Lugar para onde a &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; vai junto de seu portador, quando este a guarda para si e não a anuncia aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando as palavras de Cristo, me pergunto: O que poderia “fazer perecer no inferno tanto o corpo, quanto a alma”? Simples: O desânimo, o desistir, a timidez. Enfim, o que faz calar, o que intimida, acovarda, que faz morrer os ideais, esmorecer a fé, matar a &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt;. Não é à toa que Apocalipse 21:8 afirma que os tímidos (ou covardes) morrerão eternamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história nos ensina que grandes homens são aqueles que desafiaram o morno, o normal, a rotina e não omitiram o conhecimento que receberam, não desistiram de lutar pelo que acreditavam, não se intimidaram frente às dificuldades, não traíram a Deus nem à própria consciência. Os grandes homens ousaram falar, mesmo sabendo que seriam criticados e escarnecidos, proclamaram a verdade, mesmo que sua cabeça estivesse em jogo. Não foi por acaso que João Batista, um homem a quem não se atribui nenhum milagre, foi, segundo Jesus, o maior dos profetas. Por quê? Porque não se intimidou frente às ameaças, mas proclamou o tempo de conversão e por isso foi morto. Mataram seu corpo, mas sua voz continua clamando pelos desertos; seu corpo pereceu, mas sua &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; vive ainda hoje, gerando frutos para a eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa passagem nessa terra pode ser insignificante ou transformadora. Tudo depende de como nos portamos diante da própria fé. A morte do corpo é destino certo para todos, mas uma &lt;em&gt;psique&lt;/em&gt; forjada no fogo do Espírito de Deus, transformada pelo Evangelho de Cristo e transmitida aos homens e mulheres de todos os povos, é a arma poderosa para transformar este mundo. A Palavra de Jesus é Palavra de Vida, é a Palavra que cremos e anunciamos. Não a levemos para a sepultura, anunciemo-la, eternizemo-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rev. Julio Zamparetti Fernandes&lt;br /&gt;Sermão dominical de 03/08/2008&lt;br /&gt;REINA – Igreja do Futuro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-5286449186854611894?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/5286449186854611894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=5286449186854611894' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/5286449186854611894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/5286449186854611894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/08/palavras-mortas-ou-eternas.html' title='PALAVRAS, MORTAS, OU ETERNAS?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-2727511087095185960</id><published>2008-07-29T23:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T07:21:48.280-07:00</updated><title type='text'>NÃO NOS TEMPLOS, MAS SIM NOS POÇOS.  (JOÃO 4:1-42)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJB49Qyi0JI/AAAAAAAAAAU/-6mpA-MxBys/s1600-h/PoÃ§o+de+JacÃ³.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228812161251463314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJB49Qyi0JI/AAAAAAAAAAU/-6mpA-MxBys/s200/Po%C3%A7o+de+Jac%C3%B3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“e diziam à mulher: Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo”&lt;/em&gt; (João 4:42).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande mudança estava ocorrendo entre os samaritanos. Eles, que haviam buscado a Jesus por causa dos sinais testemunhados por uma mulher pecadora, de que Jesus havia dissertado detalhes acerca da vida oculta dela, agora não mais se interessavam em tal sinal, mas interessavam-se nas palavras de vida que o Mestre proferia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Samaritanos, bem como os judeus, sempre pediam e dependiam de sinais para crerem. Comumente pediam sinais a Jesus: os fariseus o tentaram diversas vezes pedindo um sinal do céu; os discípulos pediram como sinal, ver ao Pai. O próprio Jesus afirmou que ninguém lhe creria se não vissem sinais (vide João 4:48).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sinais tinham seus propósitos especiais: fazer com que uma geração incrédula cresse em Jesus e confirmar a Palavra pregada pelos discípulos (vide Marcos 16:20). O testemunho destes sinais, em especial o da ressurreição de Cristo, fez com que milhares de cristãos dessem suas vidas por Cristo, durante três séculos de intensa perseguição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos, hoje, um evangelho já confirmado a respeito de Cristo já vitorioso. O Evangelho que pregamos não carece de milagres para confirmá-lo, pois não pregamos um Evangelho novo, e sim o “velho” e perfeito Evangelho já confirmado pelos sinais operados por Cristo e os Apóstolos. Não estou dizendo com isso que os milagres cessaram, o que digo é que os milagres de hoje não são operados para confirmar a doutrina, mas tão somente para beneficiar os filhos de Deus. Se alguma doutrina carece de confirmação por milagres, essa doutrina não é de Cristo, pois a doutrina de Cristo, o Evangelho, já esta confirmada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse entremeio que se destacam os cristãos autênticos dos cristãos meramente nominais. Os nominais continuam buscando sinais. A Bíblia não lhes é suficiente. A ressurreição não lhes representa o devido valor e por isso são insaciáveis. Tais “cristãos” não provaram da água que Cristo dá, pois se assim fizessem, jamais tornariam a ter sede, nunca pediriam outro sinal. Se bebessem da água de Cristo, a sua Palavra, não estariam correndo atrás do pastor mais poderoso, nem da emoção mais forte, ou da unção mais poderosa, muito menos da revelação mais incrível. Estariam satisfeitos, saciados pela Palavra de Deus que é poderosa, Palavra verdadeiramente ungida, Revelação de Deus ao homem. A esse respeito dizia Martinho Lutero: &lt;em&gt;"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida, como para o que há de vir".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os samaritanos estavam começando a provar dessa água. Os sinais antes testemunhados pela mulher deixavam de ser o atrativo a Cristo. Eles estavam descobrindo algo mais precioso. O desejo de Cristo é que todos nós também façamos a mesma descoberta; que deixemos de mirar as mãos de Deus para alvejar seu coração; que o deixemos de amá-lo pelo que Ele faz e amemo-lo pelo que Ele é; que rompamos os padrões estabelecidos pela religiosidade humana e abracemos com todas as forças a vontade divina. Que compreendamos que nós, a igreja, somos o corpo de Cristo na Terra e cada um de nós membros deste corpo. Portanto, somos os pés de Cristo para alcançar os povos, somos as mãos de Cristo para tocar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja precisa deixar de estar voltada para si própria, enchendo-se de poder sem ter pra quê, buscando unções que incham o ego. A igreja precisa estar voltada pra fora, proclamando ao mundo o Evangelho de Cristo que &lt;em&gt;“é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”&lt;/em&gt; (Romanos 1:16). Esse é o verdadeiro poder. Quem está disposto a buscá-lo? Você se dispõe, ou prefere continuar enclausurado no templo, agradecendo por ser um salvo e o mundo que exploda (literalmente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo nos constituiu luz do mundo para que o mundo recebesse nossa luz. Ele nos fez sal da terra, para que a terra tivesse sabor a partir de nossa simples presença e interação com ela. Não é nas igrejas que a nossa luz é mais requisitada, e sim no mundo. Não é em nossos grupos de estudo que o sal é mais necessário, e sim entre os ímpios. Não foi no templo que Jesus alcançou a mulher samaritana e sim a beira do poço. Da mesma sorte, não é no templo que se concretiza o propósito de Deus para nós, e sim nos poços da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos poços, volta-se constantemente para buscar água. Outra vez, e outra vez, outra, e outras mais e mais... A condição de quem busca água junto ao poço é insaciável. Assim está o mundo e, infelizmente, a maioria dos que se dizem cristãos. Pois tanto os prazeres mundanos quanto a busca insaciável por sinais e outros caprichos religiosos (atrás dos quais muitos escondem a vida pecaminosa podre, sem conhecer o poder transformador do Evangelho), são engano e engodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus quebrou os padrões estabelecidos pela religiosidade: conversou com uma mulher samaritana, jantou na casa de publicanos, permitiu que prostitutas lavassem seus pés, sem se importar com quem, ou o que, murmuravam dele. Tudo isso porque Jesus veio para os enfermos e não para os sãos. Diante disso eu pergunto: é coerente o corpo de Cristo, hoje, agir diferente do próprio Cristo, seu Mestre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Mestre, era mais importante e prazeroso falar da salvação aos samaritanos, do que almoçar com seus discípulos, isso porque fazer a vontade do Pai lhe saciava infinitamente mais que a comida terrena. Quando realmente estivermos moldados pelo poder do Espírito Santo, segundo a imagem de Jesus, também agiremos como Cristo e, então, só então, seremos saciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rev. Julio Fernandes&lt;br /&gt;Homilia dominical, pregada em 27/07/2008.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-2727511087095185960?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/2727511087095185960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=2727511087095185960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/2727511087095185960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/2727511087095185960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/07/no-nos-templos-mas-sim-nos-poos-joo-41.html' title='NÃO NOS TEMPLOS, MAS SIM NOS POÇOS.  (JOÃO 4:1-42)'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJB49Qyi0JI/AAAAAAAAAAU/-6mpA-MxBys/s72-c/Po%C3%A7o+de+Jac%C3%B3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-6275389715739207988</id><published>2008-06-27T14:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T05:50:35.089-07:00</updated><title type='text'>MULTIPLICAÇÃO, OU DIVISÃO, DOS PÃES?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://moblog.vivo.com.br/albums/64669/231284/109386_medium.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://moblog.vivo.com.br/albums/64669/231284/109386_medium.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Tomando ele os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e, partindo os pães, deu-os aos discípulos para que os distribuíssem; e por todos repartiu também os dois peixes”&lt;/em&gt; (Marcos 6:41).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora os enunciados colocados sobre os textos que relatam este episódio e o costume popular digam que este milagre consista de uma multiplicação, o texto bíblico afirma uma divisão. Lembre-se de que os enunciados foram colados apenas para facilitar o manuseio da Bíblia, no entanto, não é parte integrante da mesma, não consta nos originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o fascínio pelo sobrenatural que tem induzido gerações a crerem no que houver de mais sensacional possível, ainda que impossível seja, a despeito da razão e a sensatez. Assim propaga-se o sempre crescente número de crendices e religiões, bem como as interpretações mais mirabolantes e estúpidas que se faz das palavras sérias e divinamente inspiradas das Escrituras Sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão claro quanto o que de mais claro pode haver, diz a Bíblia que Jesus repartiu, não multiplicou. Alguém perguntaria: Qual o milagre disso? E eu digo: O milagre está no poder da influência que tem um gesto. Ora, se um garoto pôde ter cinco pães e dois peixes para dispor diante daquela multidão, é estupidez pensar que, numa multidão que, possivelmente, ultrapassava vinte mil pessoas, ninguém mais tivesse o que compartilhar. Assim o gesto de Cristo, dando graças por tão pouco e repartindo o tão pouco que tinha a tanta gente, desencadeou o maior milagre que aquela gente poderia não só presenciar, mas também viver, o milagre do partilhar. E todos os que retinham algum alimento consigo, um após outro, começaram a partilhar também, movidos pelo espírito cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo que desta forma este foi o maior milagre, porque me parece mais fácil acontecer o milagre quando tudo depende exclusivamente de Deus, sem interferência humana. Em outras palavras, seria mais fácil para Jesus transformar pedras em pães do que convencer a todos que tinham pouco ou muito a repartirem com quem nada tinham. Afinal, todos aplaudem as ações quando estas não envolvem esforços mútuos e um preço a pagar por parte de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos querem que o presidente resolva os problemas dos menores abandonados, mas pouquíssimos se dispõem a adotar um destes pequeninos. Todos anseiam e necessitam de um ar mais puro, mas poucos se preocupam com a poluição causada por seus carros, motos, fábricas, queimadas, etc. Todos esperam que os órgãos ambientais façam algo para salvar o meio ambiente, mas quase ninguém pensa na natureza quando o lucro está em jogo. Da mesma forma, todos esperam um milagre de multiplicação vindo dos céus para que a fome acabe, para que não haja mais miséria, entretanto, não querem ver que o milagre da tal multiplicação só acontece por meio da liberalidade e integração de todos neste partir do pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Todos comeram e se fartaram; e ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe”&lt;/em&gt; (Marcos 6:42,43).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que se o milagre fosse realmente de multiplicação, quando a última pessoa tivesse sido servida, tal multiplicação cessaria. Foi assim que se deu no relato de 2 Reis capítulo 4, quando foi enchida todas as vasilhas, imediatamente parou de correr o azeite. Entretanto, neste episódio, todos se fartaram e ainda assim sobrou. Enquanto no episódio do azeite a multiplicação ocorreu na medida certa, no caso dos pães a medida foi muito além do necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem possível que tenhamos pedido o milagre errado a Deus. Pedimos que Ele desça sua provisão, diretamente dos céus para os carentes, quando na verdade tal provisão já desceu e está exatamente no que temos em mãos. O milagre que necessitamos é o aprender a partilhar. Isso mudaria radicalmente nosso bairro, nossa cidade, o Brasil e o mundo. Tal milagre não proporcionaria apenas o suprimento das necessidades de cada um, mas, com toda certeza, todos se fartariam e ainda sobraria abundantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai”&lt;/em&gt; (João 14:12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais palavras de Jesus são verdadeiras e certeiras. Todos os milagres de Jesus foram repetidos por seus primeiros discípulos e repetidos periodicamente na história da igreja até aos dias de hoje. Mas curiosamente, seus discípulos não repetiram a multiplicação dos pães. Terá sido uma falha dos discípulos, ou um engano do Mestre? Nem um, nem outro. Afinal, os discípulos não só fizeram aquela mesma obra, como a fizeram maior ainda. Você já percebeu que enquanto Cristo promoveu a comunhão de pães e peixes, os apóstolos realizaram não só a comunhão dos pães, mas de todos os bens? Constatamos isso, no livro de Atos dos Apóstolos, ao ver que todos tinham tudo em comum e ninguém tinha falta de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não defendo que se implante hoje o mesmo sistema econômico implantado na igreja daquele tempo. Mas defendo a responsabilidade social que deve ser assumida pela igreja em geral. Que ninguém que se diga cristão possa viver indiferente frente às injustiças; que ninguém se sinta realizado enquanto milhares vivem em baixo de pontes ou barracos em condições sub-humanas; que ninguém se sinta confortável sabendo que tantos morrem de frio; que ninguém se sinta satisfeito enquanto muitos morrem de fome. Que nosso verdadeiro conforto, realização e satisfação sejam realmente plenos no conforto, na realização e na satisfação do próximo. Que ninguém rogue a Deus pelo fim da fome, sem antes abrir a mente, o coração e as mãos em auxílio ao próximo. Quando assim for, estaremos prestes a fazer, de fato, a obra que Jesus fez, e a faremos maior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rev. Julio Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-6275389715739207988?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/6275389715739207988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=6275389715739207988' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/6275389715739207988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/6275389715739207988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2008/06/multiplicao-ou-diviso-dos-pes.html' title='MULTIPLICAÇÃO, OU DIVISÃO, DOS PÃES?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-109295856327402329</id><published>2007-11-10T02:09:00.000-08:00</published><updated>2008-08-05T05:58:26.025-07:00</updated><title type='text'>O REINO DE DEUS</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;UM GRÃO DE MOSTARDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos? É como um grão de mostarda, que, quando semeado, é a menor de todas as sementes sobre a terra; mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra”&lt;/em&gt; (Marcos 4:30-32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhOUPed38I/AAAAAAAAAAs/EqCwtr6m4qc/s1600-h/55001_1600.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231017076849500098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhOUPed38I/AAAAAAAAAAs/EqCwtr6m4qc/s200/55001_1600.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A comparação do Reino de Deus com uma semente é demasiadamente apropriada. Pois a manifestação do Reino está intrinsecamente ligada a Palavra de Deus, que é a semente. Um não subsiste sem o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, a comparação do Reino a uma semente de mostarda parece ser antagônica, uma vez que não há pequenez alguma nessa semente-Reino-Palavra-de-Deus. Muito pelo contrário, por toda a Bíblia a Palavra e o Reino de Cristo são exaltados sobremaneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem do Reino se assemelha a semente de mostarda não no que concerne ao seu tamanho, mas na importância com que um mundo corrompido é capaz de vê-la. Pois o Reino de Deus anda no sentido contrário ao que anda os interesses do mundo, fazendo parecer loucura, utopia, algo impraticável ou sem importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o mundo diz “só vou gostar de quem gosta de mim”, o evangelho do Reino diz “amai os vossos inimigos”; enquanto o mundo prega o capitalismo selvagem, o Evangelho do Reino propõe a liberalidade em dar; enquanto o mundo diz “O mundo é dos espertos” o evangelho do Reino diz “os mansos herdarão a terra”; enquanto o mundo ensina meios de alto-projeção, a mensagem do Reino é: “quem se humilha será exaltado”; o mundo ensina que o menor deve servir o maior e na briga pelo maior posto quem pode mais chora menos, já na hierarquia do Evangelho do Reino o maior é quem serve o menor e todos são chamados a servir o próximo e considera-lo superior a si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em palestras motivacionais de empresas ensina-se que seu nome deve constar apenas nas agendas de pessoas que são interessantes pra você, que possam lhe ser úteis. Com certeza isso poderá lhe render bons negócios e lhe proporcionar grandes lucros. No entanto, o Reino de Deus caminha em sentido oposto, pois sua proposta não se dá em tornar-lhe rico (se essa for a proposta que você tem ouvido de seu líder espiritual, você está sendo enganado), nem em fazer-lhe estar bem servido de contatos interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta do Evangelho do Reino é de que seu nome e seu número de telefone estejam – não nas agendas caras de figurões importantes, mas – nos pedaços de papel amarrotado nos bolsos de miseráveis e carentes que de fato necessitam de você. Que você esteja disponível quando este lhe chamar, para que de fato você tenha alguma utilidade nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você até pode servir a “superiores”, mas “superiores” nunca se consideram necessitados dos serviços de um “inferior” e assim fazem parecer que os mais ilustres serviços pareçam verdadeiras inutilidades. No entanto, sirva os carentes e verás quão útil te sentirás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho do Reino é comparado a uma semente de mostarda porque não é vistoso aos olhos do mundo, não é atraente para o ganancioso, nem interessante para quem busca satisfazer unicamente seus desejos pessoais. O Evangelho do Reino é comparado a uma semente tão pequena porque anda na contramão de um sistema capitalista, tornando seus valores quase invisíveis aos “cegos do castelo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM REINO QUE CRESCE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos afirmam, nós não estamos caminhando para o caos. Muito pelo contrário, estamos saindo dele. Isso porque o Reino que pregamos é uma mensagem incomparavelmente poderosa que não foi posta na terra como uma árvore a fim de terminar como um grão de mostarda, mas sim foi posta como um pequeno grão para tornar-se a maior de todas as hortaliças, deitando seus grandes ramos sobre a face da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alusão a uma grande árvore da qual seus ramos servem de casa para os pássaros, lembra a mesma metáfora na qual Daniel 4:21 referia-se ao domínio mundial de Nabucodonosor. Não dá para deixar de conotar isso ao fato de que o reino de Jesus Cristo foi iniciado, sobre todo o universo, desde sua ascensão ao céu e continuará até que ponha todos os seus inimigos debaixo de seus pés (leia Salmo 110:1 e Atos 2:34,35).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém poderia objetar, afirmando que o mundo vai de mal a pior. Isso, no entanto, não é bem verdade e mesmo que fosse nossa fé não é respaldada em circunstância, mas sim nas promessas da Sagrada Escritura. Essas promessas dizem respeito a uma igreja vitoriosa, chamada para ser Reino e Sacerdócio, cumprindo o papel de ser sal da terra e luz do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer que o mundo está cada vez pior é se esquecer do “nosso passado de absurdos gloriosos”, quando tínhamos em alta estima o preconceito racial, apoiávamos a escravatura (até mesmo a igreja “primitiva” a achava normal), destruíamos o planeta sem qualquer consciência ambiental. E ainda mais, até bem pouco tempo o analfabetismo, a desnutrição e a mortalidade infantil eram tratados como algo normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou dizendo com isso que o mundo de hoje é um “mar de rosas”, mas sim que o evangelho é o poder para transformá-lo e a missão da igreja é anunciar esse evangelho transformador. Os ramos desse Reino se estendem sobre a terra trazendo saúde, paz, justiça social, igualdade, liberdade, enfim “dias melhores” para a humanidade. Sob a sombra dessa árvore encontramos abrigo. Afinal “o melhor de Deus ainda está por vir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas foram as contribuições do evangelho de Cristo para a humanidade. Muitas mais serão se o povo que se chama pelo nome de Cristo tiver a consciência de quão poderosa é a fé que professam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Só eu conheço os planos que tenho para vocês: prosperidade e não desgraça e um futuro cheio de esperança, diz o Senhor”&lt;/em&gt; (Jeremias 29:11).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-109295856327402329?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/109295856327402329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=109295856327402329' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/109295856327402329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/109295856327402329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/11/o-reino-de-deus.html' title='O REINO DE DEUS'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhOUPed38I/AAAAAAAAAAs/EqCwtr6m4qc/s72-c/55001_1600.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-1343793269991272591</id><published>2007-11-02T05:01:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T06:12:47.684-07:00</updated><title type='text'>BÊNÇÃO POR MENTIRA?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhRs8N2U4I/AAAAAAAAAA0/fn-y2T-gzM0/s1600-h/mentiroso.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231020799711138690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhRs8N2U4I/AAAAAAAAAA0/fn-y2T-gzM0/s200/mentiroso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que já faz parte do cotidiano popular tem, também, ganhado o contexto diário de quem busca respaldar sua vida pela Palavra de Deus. Ou seja, muita gente tem tentado justificar suas “mentirinhas bem intencionadas” usando de textos bíblicos, fazendo má interpretação dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto predileto de quem quer justificar suas mentiras é o de Gênesis 27, onde entendem que a mentira tenha sido o meio pelo qual Jacó pôde se apropriar da promessa de Deus para sua vida. Mas será realmente possível que uma bênção venha por meio de uma mentira? Deus seria cúmplice de uma mentira? Obviamente, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemos então a estudar alguns pontos importantes deste episódio para que tenhamos a compreensão do que, de fato, a mentira pode produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Erro de Isaque&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Gênesis 25:23, Rebeca recebera de Deus a promessa de que, dos gêmeos que ela estava para dar a luz, nasceriam duas grandes nações e que o mais velho serviria o mais novo. O fato é que possivelmente Isaque, seu esposo, desconhecia a palavra que Deus falara, ou se conhecia, não a considerou na hora de decidir a quem entregar a primazia de sua bênção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Isaque não sabia a respeito do que Deus havia falado a sua esposa, isso demonstra um problema de relação conjugal, a falta de diálogo. De fato, muitos transtornos conjugais ou mesmo sociais seriam evitados se houvesse mais diálogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Isaque sabia do que Deus havia dito a Rebeca, então ele ignorou a voz de Deus em prol de atender o desejo de seu coração movido pela circunstância. Em Gênesis 27:4, Isaque pediu a Esaú, seu filho mais velho, que lhe trouxesse um guisado conforme ele gostava, para que lhe abençoasse antes de morrer. Nesse ponto eu aprendo algo que certamente Isaque sabia: A bênção com que podemos abençoar alguém não acontece da boca pra fora, é preciso sair da alma. Isaque julgou que se o filho lhe alegrasse o coração com uma gostosa refeição, sua alma estaria mais propensa a abençoá-lo. Quanto a isso Isaque estava certo. O erro foi ter condicionado a bênção e sujeitado o seu coração a uma circunstância de cunho material e não a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas são as vezes em que cometemos o mesmo erro de Isaque. Baseamos nossas decisões com vistas ao bem estar próprio, em detrimento do bem comum; ao que gostamos, em detrimento ao que é necessário; ao resultado imediato, em detrimento ao que é correto; em outras palavras, andamos segundo nosso próprio conselho, ao invés de seguirmos o conselho de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Erro de Rebeca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebeca não esperou. Precisamos compreender o que significa esperança. Muitos têm renegado esse valioso fruto espiritual por acharem que a ação de esperar não se trata de ação e sim de inércia. Quão enganados estão! Esperar em Deus significa agir sem trair seus princípios, sem tomar atalhos, significa trabalhar sem trapacear, confiando que seus objetivos serão conquistados honestamente. Esperar em Deus é buscar conquistar o que se deseja sem usar de mentiras, pois de outra forma, melhor renegar tal conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Voz do Senhor ecoava no coração de Rebeca, tão intensamente, que, em sua convicção, ela não pensou duas vezes em tomar suas próprias providências, seu próprio meio, para que aquela palavra se cumprisse. Ora, não poderia ela ter usado essa mesma convicção para esperar no Senhor, confiando que Ele proveria os seus próprios meios para chegar aos fins que Ele mesmo havia determinado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de confiança é um outro sério fator de conflitos. Ela faz com que percamos a esperança e nessa hora agimos por impulso e tomamos decisões das quais geralmente nos arrependemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Erro de Jacó&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênesis 27:11-13, diz que Jacó temia ser amaldiçoado, caso seu pai descobrisse toda farsa. O medo de ser descoberto era a única coisa que continha Jacó, pois seu desejo já o havia cegado em relação ao meio inescrupuloso do qual escolhera para agir. Jacó tinha medo de ser descoberto por seu pai, mas seu coração corrompido não percebia seu pecado, nem que de Deus nada fica encoberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que ainda hoje continuamos a cair no mesmo erro! É como se não houvesse o que temer, conquanto tudo fique encoberto. O sentimento de impunidade encoraja o crime, a fraude, a corrupção, etc. Além disso, a morte espiritual do homem o torna incapaz de perceber ou pensar que ainda que jamais tivéssemos que, um dia, prestar contas, cabe-nos a consciência de que somos feitos para servir e contribuir para um mundo onde a verdade, a honestidade e a paz seja o legado perpétuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um Grande Engano!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jacó, ao contrário do que muitos pensam, não foi abençoado por meio de sua mentira. Ao contrário! Por sua mentira ele fugiu de seu irmão por vinte anos, foi enganado diversas vezes, e quando voltou, voltou oferecendo seus servos, seus filhos e a si próprio como escravos a seu irmão, implorando o perdão de Esaú. Só não se tornou escravo porque Esaú o perdoou. A mentira de Jacó lhe rendeu vinte anos de angústia e sofrimentos pelos quais ele aprendeu as conseqüências da mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Jacó fora abençoado no ato da mentira a seu pai, por que precisou, depois, lutar com Deus para ser abençoado? A benção de Jacó não veio de sua mentira, mas de Deus que mudou o seu nome de Jacó, que significava &lt;em&gt;“enganador, mentiroso”&lt;/em&gt;, para Israel, que quer dizer: &lt;em&gt;“o que governa com Deus”&lt;/em&gt;. Saibamos também nós, governarmos com Deus, tomarmos nossas decisões em Deus, que é a verdade, e nEle não há mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Zacarias 8:16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr. Julio Zamparetti Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-1343793269991272591?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/1343793269991272591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=1343793269991272591' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/1343793269991272591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/1343793269991272591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/11/bno-por-mentira.html' title='BÊNÇÃO POR MENTIRA?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/SJhRs8N2U4I/AAAAAAAAAA0/fn-y2T-gzM0/s72-c/mentiroso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-1734199564987785544</id><published>2007-10-07T06:50:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T11:28:08.969-07:00</updated><title type='text'>DESTRUIÇÃO OU RESTAURAÇÃO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/RwjlVBOGaSI/AAAAAAAAAAM/QyUDNZOAcAY/s1600-h/PLANETATERRA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118593125774158114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/RwjlVBOGaSI/AAAAAAAAAAM/QyUDNZOAcAY/s200/PLANETATERRA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="left"&gt;Nos últimos anos, em muitas igrejas, tem-se dado forte ênfase à anunciação da destruição, ou fim do mundo. Teologias complexas têm sido fundamentadas sobre este artifício com intuito de amedrontar as pessoas a fim de que estas venham a aderir sua igreja. De fato, muitas pessoas temerosas da condenação eterna subseqüente a tal destruição, têm se agarrado aos ensinamentos religiosos na ânsia de salvar suas próprias almas por meio de obras terrenas. Isso parece bom sob o ponto de vista de que muitos procuram melhorar suas atitudes. Todavia, será que o medo do fim é a motivação certa para levar o indivíduo a uma mudança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a toa que tem se desenvolvido no meio popular a crença de que Deus é um pai austero e inacessível. Pois esse tem sido o subterfúgio pelo qual a religião tem dominado o povo e mantido-o sob seu poder. Entretanto, não é este o evangelho que Cristo nos ensinou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos se apegam ao texto de Mateus 24 para sugerir que Cristo estivesse falando a respeito do fim do mundo. Esses, por interesse de defender seus conceitos pré-estabelecidos, tolhem a verdade e destorcem os fatos claros detalhados por Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, em Mateus 24:34 Jesus afirma que todos os acontecimentos por Ele descritos aconteceriam ainda naquela geração. Ou seja, Jesus afirmou que dentre aqueles de sua geração, haveria quem ainda estivesse vivo quando tudo o que Ele descreveu acontecesse. Pelo que, o cumprimento das profecias de Cristo está constatado, claramente, nos relatos de historiadores como Flávio Joséfo, Eusébio e Tácito, quando descrevem os acontecimentos anteriores à queda de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando muitos dos que ouviram Jesus falar, ainda estavam vivos.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, o termo original, traduzido por mundo no verso 3, é &lt;em&gt;aiõn&lt;/em&gt;, que significa “&lt;em&gt;era, idade, período de tempo&lt;/em&gt;”. Portanto, a pergunta dos discípulos tratava-se do fim da era judaica, da destruição de Jerusalém e não da destruição ou fim do mundo. Assim, a resposta de Jesus era concernente à pergunta dos discípulos, ou seja, o que Jesus predisse foi o fim de Israel, o fim da antiga aliança e o surgimento da era da redenção pela graça de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21:5). Temos com Deus uma nova vida, uma nova aliança, uma aliança eterna, um novo templo, perpétuo, feito não por mãos humanas, e infinitamente mais glorioso que o antigo. A comissão de Cristo para a sua igreja é anunciar as boas novas. Boas novas consiste em regeneração, restauração, renovação, liberdade e vida, abrangendo os aspectos espirituais, familiares, culturais, ambientais e sociais. Nosso compromisso com Cristo deve ser respaldado no amor de Deus e amor a Deus, um compromisso caracterizado na caridade. A missão da igreja é promover o reino de Cristo sobre a terra, terra sobre a qual Deus O fez herdeiro, e a nós fez co-herdeiros. A igreja não pode ser displicente quanto ao cuidado do planeta, sob argumento de que tudo esteja enfadado a destruição, pois tal argumento é falso e sem respaldo bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me atrevo a crer no amanhã&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Futuro há pra criação&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tão alto e profundo é o amor que opera pela fé&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;(&lt;em&gt;Canção de Bispo Hermes Fernandes&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr. Julio Zamparetti Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-1734199564987785544?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/1734199564987785544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=1734199564987785544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/1734199564987785544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/1734199564987785544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/10/destruio-ou-restaurao.html' title='DESTRUIÇÃO OU RESTAURAÇÃO?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Jszai3eailg/RwjlVBOGaSI/AAAAAAAAAAM/QyUDNZOAcAY/s72-c/PLANETATERRA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-7582607306752348946</id><published>2007-09-29T23:11:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T06:20:16.775-07:00</updated><title type='text'>Por que uma pessoa já nasce sofrendo?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://anaksunamoon.blogs.sapo.pt/arquivo/Angel_Tears%20dim.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://anaksunamoon.blogs.sapo.pt/arquivo/Angel_Tears%20dim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muitas pessoas têm quisto justificar essa questão. No afã de formular tal justificativa, se perdem na consideração mais simples e verdadeira a se fazer: Deus é justo e justificador. Deus não precisa de alguém que advogue por Ele, pois Ele é o justo juiz e Ele é quem advoga por nós, porque nós, sim, necessitamos de um bom, aliás, perfeito advogado. Jamais poderíamos advogar em favor de quem estamos longe de compreender suas razões. No entanto, em face à necessidade carnal de justificarmos Deus ante os acontecimentos, as fatalidades, os acidentes, as dificuldades, criamos conceitos humanos de &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt; para de alguma forma convencermos a nós mesmos de que Deus foi justo quanto aquilo que no íntimo consideramos uma verdadeira injustiça. Em outras palavras, queremos enquadrar a justiça divina aos nossos padrões e conceitos. A isso já rebatia o apóstolo Paulo: "Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Romanos 11:33b)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas, os espíritas justificam o &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt; alegando que sua &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; é o carma, os evangélicos justificam o mesmo &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt; através da teoria de que o pecado é &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt;. Aliás, diga-se de passagem, tem-se constituído no meio das igrejas um fenômeno que podemos chamar de “carma evangélico”, em que a única diferença deste para aquele dos espíritas, é que não se investiga “outras vidas” para “diagnosticar” as &lt;em&gt;causas&lt;/em&gt; dos &lt;em&gt;efeitos&lt;/em&gt; indesejados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, em certo aspecto nem sequer essa diferença existe, quando se busca a &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; do sofrimento de um cristão regenerado, nos atos que ele realizou antes de ter recebido o conhecimento de Cristo. Afinal, se em Cristo nascemos de novo, somos feitos novas criaturas e todas as coisas se fazem novas conforme as Escrituras. Quando um crente busca a &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; de seu sofrimento espiritual no seu passado, esta negando o novo nascimento, ou se crê que nasceu de novo, está buscando a &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; em outra vida – aquela vida que foi sepultada em Cristo – e assim renegam o sacrifício de Cristo e já não há mais diferença entre os dois carmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, o que as pessoas não se dão conta é que elas estão fazendo a mais cruel forma de discriminação. Pois essa discriminação é feita, vergonhosamente, em nome da justiça, em nome de Deus. Afinal, “Fulano sofre para pagar seus erros de vidas passadas”, “Sicrano está doente porque pecou”, “Beltrano nasceu assim porque foi amaldiçoado por seu pai, quando ainda estava no ventre de sua mãe”. Como é fácil julgar os outros e renegá-los ao posto de merecedores de seu sofrimento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais me espanta nessa teologia doente, é que os que não sofrem – pois supostamente são dignos de não passarem tal tormento – ajudam os sofredores para que esses não sofram tanto, impedindo-os assim de pagarem mais rápido todos os seus pecados. E a razão porque fazem isso é crerem que por suas obras ganharão o céu, ou uma reencarnação melhor, ou passarão menos tempo no purgatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se seguissemos essa linha de pensamento, que exclui a obra expiatória de Cristo, concluiríamos que quanto mais eu ajudasse materialmente o necessitado, mais o atrapalharia espiritualmente, uma vez que seu sofrimento físico teria o poder de redimir sua alma. Todavia, se eu não o ajudasse, eu é que seria prejudicado espiritualmente. Então, ajudaria materialmente o próximo, ainda que isso o prejudicasse espiritualmente, para que meu espírito fosse beneficiado. Ora, ora! Se fosse assim, a quem eu estarei dedicando minha caridade? Ao próximo, ou a mim? Seria isso caridade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraponto a tudo isso, o verdadeiro cristianismo prega que somos todos iguais. Mesmo que condições culturais, familiares, sociais, raciais e genéticas tornem-nos mais ricos, mais pobres, mais saudáveis, mais doentes, mais claros ou escuros, ainda assim somos todos iguais. Deus não faz acepção de pessoas e todos nós temos um propósito perante o criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leis de &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt; podem funcionar muito bem na física, na química, na matemática, mas o soberano Deus é amor e o amor nunca é lógico, e ainda que fosse, não seria a lógica tal como a conceituamos. O amor rompe toda relação de &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt;, pois ele é &lt;em&gt;causa&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;efeito&lt;/em&gt; em si mesmo. Assim, a razão do amor de Deus sobre nossas vidas é o próprio amor de Deus, "e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras" (Efésios 2:8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente nossa debilidade de amar é que estabelece &lt;em&gt;causas&lt;/em&gt; para o “amor”. Todos nós queremos amar, mas será que sabemos de fato o que é o amor? Ah! Claro que sim! A menina tem toda certeza de que realmente ama o Brad Pitt, o rapaz sabe que poderia dar todo amor do mundo a garota do pôster, todos amam irrestritamente o amigo cheio da grana que sempre quebra o galho na hora do aperto, o empresário ama o artista em quem está investindo e logo lhe dará um retorno milionário. Mas ao que me parece ninguém sabe amar aqueles que não trazem qualquer perspectiva de retorno aos anseios instintivos da ambição humana. Que pena, pois era exatamente estes que precisavam ser amados, são exatamente estes que nós precisávamos amar, pois o verdadeiro amor não espera nada em troca. Maior que a necessidade DELES de serem amados, é a necessidade NOSSA de amá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar a quem é perfeito, sadio, lindo, inteligente, simpático, agradável é fácil. Quando o Apóstolo Paulo disse que deveríamos considerar o próximo superior a si próprio, não excluiu destes “próximos” os portadores de deficiência, doentes, nem feios, ou de baixo QI, nem os indesejáveis. É nestes de quem não podemos exigir retorno algum, que podemos exercitar a prática do amor verdadeiro. Sei que estes não são menores que eu, que não pagam por erros cometidos em vidas passadas, mas que, na verdade, são Anjos de Deus, enviados a terra para me ensinar a amar como Cristo me amou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele que é Deus Santíssimo se fez homem e, como se isso já não fosse suficiente, como homem humilhou a si mesmo fazendo-se maldição, suportando o castigo que somente caberia ao pior dentre os homens. Por mais debilitada que seja a condição de alguém, a diferença entre o tal em relação ao mais privilegiado ser humano não chega a um milésimo da diferença que há entre a mais graduada sabedoria humana em relação ao que pudéssemos qualificar de loucura divina. Ainda assim, Deus nos amou sobremaneira e a despeito de toda nossa debilidade deixou sua glória e deu sua vida em favor de tantos debilitados iguais a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os “sãos” desta terra, continuarão se achando superiores, mais evoluídos, ou aprenderão que Deus está nos ensinando, através desses anjos, a amar como Ele amou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr. Julio Zamparetti Fernandes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-7582607306752348946?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/7582607306752348946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=7582607306752348946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/7582607306752348946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/7582607306752348946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/por-que-uma-pessoa-j-nasce-sofrendo.html' title='Por que uma pessoa já nasce sofrendo?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-250004986477473661</id><published>2007-09-09T20:19:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T06:24:29.846-07:00</updated><title type='text'>O Verdadeiro Valor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://farm1.static.flickr.com/142/354000314_dcb4f4f742.jpg?v=0"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://farm1.static.flickr.com/142/354000314_dcb4f4f742.jpg?v=0" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quanto vale um velho relógio? Alguns diriam que seu preço está relacionado ao tipo de material usado em sua confecção. Outros afirmam que seu valor depende da marca, fabricante. Outra forma de avaliação se dá pela valorização da beleza artística, nos detalhes do feitio manual. Para os técnicos, a avaliação se dá através do aspecto prático, onde seu valor só se dá nos termos da funcionalidade. Para os românticos, ainda que o mesmo relógio não funcione, seu valor pode ser inestimável, pois tudo depende do aspecto sentimental que o objeto representa para o indivíduo. Para os cultos o valor certamente está também relacionado ao que o objeto representa dentro do contexto histórico. Enquanto isso, há sempre aqueles para quem uma velharia não vale nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nossa pergunta fosse: Quanto CUSTA esse velho relógio? Neste caso, a resposta seria unânime e bem mais simples, bastaria olhar o preço na etiqueta, caso esse estivesse à venda. Neste sentido, percebe-se que o preço anda no caminho inverso do valor. Enquanto o primeiro está vinculado ao comércio, o segundo está ao apego. No primeiro expressa-se a objetividade, enquanto no segundo a subjetividade. Assim, o que custa uma pechincha pode valer muito, enquanto o caro pode valer nada, ou mesmo o barato pode ser muito caro, ao passo que o gratuito pode ser valioso e o que tem valor não tem preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor está na importância que damos ao objeto da importância. O valor não está no que o objeto é em si, mas no que representa a outro. Partindo desse pressuposto entendemos que o valor de nossa vida não é vivê-la em si ou para si, mas vivê-la no próximo e para o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizemos que vivemos no próximo, quando o valor do próximo está inserido como valor nosso e assim nos realizamos nas suas realizações, nos felicitamos em sua felicidade, bem como sofremos o seu sofrimento e choramos as suas lágrimas. Vemos então que o valor não está relacionado propriamente ao que uma pessoal faz ao outro, mas sim ao que é e representa ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizemos que vivemos para o próximo, quando o nosso valor está inserido como valor do próximo e assim contribuímos para suas realizações e crescimento pessoais ou coletivos. Dessa forma, compreendemos que o que fazemos, ao contrário do que muitos pensam, tem muito haver com os outros. Nossas atitudes, sejam elas boas ou más, sempre terão repercussão sobre a vida do próximo. A partir disso, surgem entre populares os comentários de que Fulano ou Cicrano é valioso ou vale nada. Para a sociedade esse valor não está representado pelo dinheiro que este possui, mas sim no que ele representa para ela no reflexo de suas atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Jesus Cristo temos o maior exemplo de valor e valorização. Seu exemplo foi o exemplo de quem, em primeiro lugar, viveu no outro de tal forma que disse: “quando a um desses pequeninos o fizerdes, a mim o fizeste”. Também viveu para o próximo de forma que tudo o que fez não fez por si, mas por mim... fez por nós. E não fez por que merecíamos que o fizesse por nós. Fez porque nos amou e porque nos amou valeu tudo o que fez. Logo, se Deus me ama, eu tenho valor. Saiba-se então, que o reflexo de aceitar esse verdadeiro valor é a capacidade de se dispor a amar o próximo como Cristo me amou.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (João 3:16).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-250004986477473661?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/250004986477473661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=250004986477473661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/250004986477473661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/250004986477473661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/o-verdadeiro-valor.html' title='O Verdadeiro Valor'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-3733935223372598576</id><published>2007-09-08T14:40:00.000-07:00</published><updated>2008-08-05T06:29:04.545-07:00</updated><title type='text'>NOVA JERUSALÉM, UMA CIDADE MURADA.</title><content type='html'>&lt;div&gt;Por Julio Zamparetti Fernandes&lt;br /&gt;(baseado no livro Cidade dos Sonhos, de Hermes Fernandes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Apocalipse12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.verdadeiroamor.com/arquivos/novajerusalem.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.verdadeiroamor.com/arquivos/novajerusalem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando se pensa na Nova Jerusalém, imediatamente somos tentados a pensar em uma cidade de um futuro imaterial, na qual entraremos somente após a morte ou mesmo o fim de tudo. O que muitas vezes, a maioria das vezes, não nos damos conta é que a Nova Jerusalém começou a ser construída aqui, nesta terra. Pois é exatamente aqui o lugar onde o Senhor Jesus está levantando seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito divino de uma cidade, ou nação, não se dá por um território geográfico, mas por um povo. Para Deus, tratar a respeito de Israel, nunca foi contemplar ruas, prédios, casas, terras, fazendas que estivem sobre um determinado território, mas sim, tratar a respeito de seus filhos amados. Assim também, a Nova Jerusalém não se refere a pedras, ouro, prata ou qualquer vil metal, mas sim, ao que há de mais precioso no universo, os valiosos filhos comprados e remidos pelo precioso sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tinha grande e alta muralha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande prova do que estamos falando é o fato de que a Nova Jerusalém é cercada por muros. Os muros, nos tempos bíblicos, eram construídos para a proteção da cidade. Uma cidade que não fosse envolta de muros altos e fortes era uma cidade vulnerável a qualquer ataque do inimigo. Portanto, a presença de muros ao redor da Nova Jerusalém indica que ela foi construída em tempo de guerra, num lugar onde o ataque do inimigo representasse perigo constante. Logo, não há como considerar que essa cidade tenha sido construída longe de nosso convívio. Não há como conceber que tal cidade tenha o propósito de abrigar os santos em dias vindouros onde todos os inimigos já estiverem vencidos, pois em tal lugar já não precisaremos de muros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Jerusalém é com toda certeza a cidade celestial, pois foi o Céu quem a constituiu. Tanto o seu princípio quanto o seu estado eterno está em Cristo. Em outras palavras, Cristo desceu do céu para formar seu corpo na terra e, ao final, leva-lo consigo para estar junto de si por toda eternidade. A igreja é a Nova Jerusalém, pois a cidade santa que João viu não é outra senão a noiva de Cristo, a mesma que o adora e o ama aqui na terra, adornada pelo próprio Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Apocalipse 21:2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre as portas os nomes das doze tribos dos filhos de Israel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos aqui uma menção incontestável da aliança de Deus com o seu povo. As entradas dessa grande cidade têm a marca da circuncisão. Entendemos assim, que Deus é fiel para cumprir todo seu plano redentor não só sobre os que receberam a Cristo no período da nova aliança, mas também sobre os que, sob a velha aliança, creram em Cristo, o Cordeiro de Deus que viria remi-los de todo pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os doze portões representam a multiforme graça de Cristo, a porta que se abre a alcançar e salvar todas as tribos, povos, raças, culturas e línguas. Não há outra forma de adentrar esses portões senão pela circuncisão de Cristo. Não há como chegar a esses portões senão pelo caminho que se chama Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Senhor é a nossa proteção&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Pois eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Zacarias 2:5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é a glória e segurança de seu povo. Não há lugar mais seguro na terra do que estar na presença do Senhor, envolto por seus muros de fogo, cercado por seu amor e acolhido em seus ternos braços. Através do profeta, Ele mesmo se denomina como um muro ao redor de seu povo. Não obstante, o salmista Davi o chama de protetor, refúgio, lugar seguro, Deus da minha salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“...Temos uma cidade forte; Deus lhe põe a salvação por muros e lugar seguro”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Isaias 26:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um maravilhoso aposto, Deus que em Zacarias diz ser o muro, em Isaias diz que a salvação nos foi posta por muros e lugar seguro. Que bela harmonia! Podemos dizer, então, que nossa proteção é o Senhor, o Senhor é a nossa salvação e Fora dEle não há quem seja salvo. Quem habita dentro desses muros pode descansar a sombra do Deus todo poderoso; quem entregou o cuidado de sua vida ao Senhor pode caminhar confiantemente, pois o Senhor zela pelos que são seus. Nessa mesma perspectiva, já falava João em sua primeira epístola, capítulo cinco, verso dezoito: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medidas do Muro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Apocalipse 21:15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus sabe exatamente a medida do muro, das portas e de toda cidade. Portanto, Ele sabe quantas são as &lt;em&gt;pedras preciosas&lt;/em&gt; que formam o seu santo edifício, sua santa cidade. Quando Jesus prometeu ir ao céu preparar-nos um lugar, Ele não disse que prepararia casas de sobra, pois Ele sabia quantos lugares deveria preparar. Afinal, Ele tem as medidas da salvação (vide Isaias 26:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"O seu comprimento, largura e altura são iguais"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Apocalipse 21:16b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muros da Santa cidade são intransponíveis. A alusão a um muro tão alto quanto a largura e comprimento, significa um muro do qual inimigo algum poderá transpô-lo. Isso nos faz entender que a santa cidade, a Igreja de Cristo, é o lugar mais seguro da terra. A lição aplicada pelo Senhor, nessa visão, é que não há arma alguma de nosso inimigo que possa superar a proteção de Deus, quando habitamos em sua cidade. Por essa razão escreveu Davi: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Salmos 27:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os muros também são intransponíveis para quem almeja adentra-lo sem ser pela porta que é Cristo. Não há como entrar na Santa Cidade se não for por meio de Jesus. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (João 14:6). Não existe atalho, nem jeitinho brasileiro, não há subterfúgios, nem qualquer outro caminho. Só Jesus Salva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doze Fundamentos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Apocalipse 21:14,19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Jerusalém é segura, eterna e muito bem sustentada porque seus fundamentos são sólidos. Ser Nova Jerusalém, ser Igreja de Cristo é ser edificada sobre o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“fundamento dos apóstolos, o qual Cristo é a pedra principal”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Ef.2:20). É sobre este fundamento que a Nova Jerusalém é edificada. As tradições das quais constam os ditos de homens consagrados do período pós-apostólico até hoje são úteis para nos auxiliar na compreensão dos textos sagrados, porém seus dizeres não são infalíveis e por isso não nos servem por fundamento doutrinário, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (1 Coríntios 3:11). A igreja primitiva &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"perseverava na doutrina dos apóstolos" &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(Atos 2:42). Estar ligado a esta igreja é também perseverar na mesma doutrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Jerusalém não tem três, treze ou trinta fundamentos. Como Noiva de Cristo, somos edificados e solidificados sobre doze fundamentos postos sobre Cristo*, a Rocha, fundamento dos doze. Até mesmo o Apóstolo Paulo, quem mais escreveu sobre o assunto, aprendeu dos doze e mesmo depois de ser reconhecido como um apóstolo costumava subir a Jerusalém, onde conferia seu ensinamento junto aos doze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim compreendemos que na Bíblia consta toda revelação e profecia sobre a qual o verdadeiro cristianismo é fundamentado. Por essa razão advertia São Paulo: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(Gálatas 1:8,9).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vinde todos a Cristo. Rendemo-nos ante sua Palavra e constituamos a Cidade de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (I Pedro 2:4,5).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-3733935223372598576?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/3733935223372598576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=3733935223372598576' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3733935223372598576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/3733935223372598576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/nova-jerusalm-uma-cidade-murada.html' title='NOVA JERUSALÉM, UMA CIDADE MURADA.'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-9184391378085573862</id><published>2007-09-03T11:33:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T21:54:06.340-07:00</updated><title type='text'>Religião e Construção da paz</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Por Julio Zamparetti Fernandes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://br.geocities.com/jaiartes/pomba_da_paz.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://br.geocities.com/jaiartes/pomba_da_paz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Inegavelmente, a religião exerce influência fundamental na construção das relações entre indivíduos e povos. Esse fato pode ser constatado em todas as épocas da história da humanidade. Ela que foi constituída para unir os indivíduos em torno da paz e comunhão, tem sido corriqueiramente alvo de grandes e pequenos conflitos. Em meio a este conturbado cenário, surgem de tempos em tempos líderes que se dispõe a suplantar os obstáculos das diferenças dogmáticas em prol daquilo que é o teor de uma verdadeira mensagem religiosa, desafiando-nos a comungar o que de mais valioso pode haver na religião, constrangendo-nos a pregar e viver a paz e o amor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chave: Diferença; Caridade; Paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 INTRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num mundo tão partidarista e ao mesmo tempo tão libertário quanto ao idealismo e sua multiforme expressão, não é de se admirar que tamanhas diferenças sejam estabelecidas, por imposição ou naturalmente, entre indivíduos, grupos, povos, etnias e religiões. E que maravilha são as diferenças! Ao menos aquelas que naturalmente se moldam por ocasião da busca do bem comum e defesa da vida. Seria muito chato se todos fossem iguais. Tudo seria tão previsível! Tão mono-colorido! Tão robotizado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, o que tem dado errado? Por que os homens têm tanta dificuldade em aceitar o diferente? Por que desejam tanto a igualdade e em nome da igualdade excluem semelhantes, ao mesmo tempo em que buscam ser diferenciados? Parece que o que se deseja realmente expressa-se assim:&lt;br /&gt;- Sejamos todos iguais... Iguais a mim.&lt;br /&gt;- Tenhamos todos um único caminho... Aquele que eu estabeleci.&lt;br /&gt;- Sonhemos todos juntos... O meu sonho.&lt;br /&gt;- Eu te aceito como tu és... Desde que sejas assim.&lt;br /&gt;- “Seja feita a vossa vontade”... Conquanto vossa vontade seja igual a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abnegação, alguém sabe o que quer dizer? A resposta seria mais fácil se a pergunta fosse a respeito de metas pessoais, prazer, satisfação, realização, sonhos, projeto de vida. Mas, abnegação... abnegação, realmente está em desuso e, conforme os princípios de Darwin, enfadada a extinção. Tudo porque, quando crianças, os homens acreditam que o universo gira em torno deles. Os pais são seus, a casa, as ruas, a terra e as estrelas são todos seus e feitos para si. Crescem, amadurecem, envelhecem, mas não aprendem. Não aprendem que a vida não tem um fim em si mesma; que o sentido de viver é servir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 CONFLITOS RELIGIOSOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos são, hoje, os seguimentos religiosos existentes no Brasil e no mundo. Tão grande quanto o número de religiões são os seus conflitos, frutos da intolerância, da falta de caridade, do fundamentalismo e de interesse econômicos. Partindo desse pressuposto, percebe-se que, ao contrário do que sugere a etimologia da palavra “religião”, que deriva-se do latin “religare”, a religião, muitas vezes, ao invés de religar, tem sim desligado o indivíduo de seu próximo e de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No geral, as causas destes confrontos são complexas, envolvendo jogos estratégicos na geopolítica, veladas disputas entre antigas potências coloniais, disputa entre grandes companhias pelo acesso a diamantes, petróleo, gás, urânio ou outros materiais estratégicos, além de razões históricas, econômicas, políticas e sociais, raciais e, cada vez mais, culturais. É inegável que muitos destes conflitos vêm atravessados igualmente por uma vertente religiosa, acionada ao sabor dos interesses em jogo.&lt;/em&gt; (BEOZZO, 2003)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, ainda que seus conflitos não tomem certas proporções semelhentes as que ocorrem em certos paises da Europa e Oriente médio, ainda assim, podemos sentir os seus reflexos negativos pela falta de cooperação mútua que poderia, realmente, fazer muita diferença para a constituição da paz e do bem estar de nosso povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 INTOLERÂNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero que mais importante que o acesso à igualdade, que deve ser disponibilizado a todo cidadão, é o direito a ser aceito e respeitado quando se é diferente por opção ou predeterminação geográfica, social, sexual ou racial. Ou seja, antes de se impor sobre um indivíduo, que este seja conforme o padrão estabelecido por determinado grupo, deve-se saber do valor deste determinado indivíduo e sua importância sobre qualquer grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indivíduos não foram feitos para as religiões, as religiões é que foram feitas para os indivíduos, para ampara-los espiritualmente, conforta-los e acolhe-los sem discriminação. Para a verdadeira religião, não importa que venha a ela apenas os sãos, mas principalmente os enfermos, excluídos e discriminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estamos familiarizados com um Jesus Cristo, Filho eterno de Deus, Senhor do universo, Salvador do mundo, primogênito de toda criação e primeiro ressuscitado entre muitos irmãos. Estes títulos de magnificação ocultam as origens humildes, a trajetória histórica do verdadeiro Jesus que andou entre o povo, perambulando pelos vilarejos da Galiléia e que morreu miseravelmente fora da cidade de Jerusalém&lt;/em&gt; (BOFF, 1978 p. 21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 FALTA DE CARIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande contradição deste tema se dá, justamente, ao tratarmos da falta de caridade entre aqueles que subsistem através da propagação da caridade. Ou seja, dependem do discurso da caridade para a sua subsistência, porém efetivamente não a buscam na convivência. A caridade é o amor que leva alguém a realizar boas obras sem esperar absolutamente nada em troca. Quando tratamos de caridade estamos falando de um amor verdadeiro, ativo ainda que não correspondido. Todas as religiões subsistem-se dessa mensagem. Vive-la, não seria a solução para todos os conflitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.O amor jamais acaba.&lt;/em&gt; (BÍBLIA, N.T. 1 Coríntios 13:4-8a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 FUNDAMENTALISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fundamentalismo religioso está presente em todas as religiões. Seus dogmas estão, para seus adéptos, acima de qualquer ciência, lógica, bom censo e até mesmo acima da própria vida humana. Apesar de que quando nos referimos ao fundamentalismo logo pensamos em grupos extremistas, o fundamentalismo não se restrinje a estes. Muitas seitas religiosas ou mesmo indivíduos, cada qual em sua devida dimensão, também vivem o fundamentalismo quando discriminam outro indivíduo ou grupo por não crerem ou pensarem conforme seus fundamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 INTERESSES ECONÔMICOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator de conflito em que a religião está ataviada é a questão econômica. Existe muita coisa em jogo quando o assunto é a economia religiosa. Nele está envolvido toda uma questão de força política e poderio econômico do qual ninguém se dipõe a abrir mão. Assuntos de cunho relativo a fé são discutidos e dirigidos sob o prisma político-monetário, maquiavelicamente, onde o que realmente interessa é a manutenção do poder. É em nome desse poder que alianças são feitas ou desfeitas e o amigo de hoje torna-se inimigo, amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 BEM-AVENTURADOS OS CONSTRUTORES DA PAZ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No conturbado cenário das últimas décadas, há um claro reconhecimento, por parte da sociedade internacional, de que homens e mulheres de fé, pertencentes a diferentes credos e comunidades religiosas, vêm dando uma importante contribuição para os esforços em favor da justiça e da paz mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1930, o arcebispo luterano de Upsala na Suécia, Nathan Söderblom (1886-1931), primaz da igreja local recebeu o prêmio Nobel da Paz por suas iniciativas em favor da superação dos conflitos internacionais, a partir da cooperação e da busca da reconciliação e da unidade entre as igrejas cristãs. Foi Söderblom quem convocou em Estocolomo, em 1925, a primeira conferência internacional do movimento “Life and Work”, ”Vida e Ação” que se fundiu depois com o movimento “Faith and Order”, “Fé e Constituição” para constituir, em 1948, em Amsterdam, o Conselho Mundial de Igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1952, foi a vez de o missionário luterano, teólogo, músico e médico da Alsácia, Albert Schweitzer (1875-1975) receber o Nobel da Paz, por incrementar a fraternidade entre os povos, a partir do seu hospital para leprosos no Gabão, a antiga África Ocidental Francesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corajosa atuação não-violenta do Pastor batista, Martin Luther King (1929-1968), em favor dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, valeu-lhe o Nobel da Paz em 1964, mas também a vingança dos intolerantes que o assassinaram, em 1968, em razão dessa sua luta.&lt;br /&gt;Nas últimas décadas do século passado, ao mesmo tempo em que se multiplicavam os conflitos e guerras no terceiro mundo, surgiram pessoas e organizações que se tornaram construtores de paz, sob inspiração de sua fé religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1979, pela primeira vez, uma mulher recebeu o Nobel da Paz: Madre Tereza de Calcutá (1910-1997), fundadora da Ordem das Missionárias da Caridade, hoje espalhada pelo mundo todo. Religiosa, de origem albanesa, dedicou toda sua vida aos intocáveis, leprosos, coxos, paralíticos e aos pobres, moradores de rua na Índia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;No ano seguinte, em 1980, o prêmio veio para a América Latina, para o jovem escultor e arquiteto, músico e pintor, Adolfo Pérez Esquivel (1931), fundador do SERPAJ (Servicio de Justicia y Paz), em razão de sua corajosa e intransigente defesa dos direitos humanos, em oposição ao regime militar argentino que, nos anos de chumbo da ditadura, foi responsável por mais de 30.000 pessoas desaparecidas, grande parte cruelmente torturadas, antes de serem assassinadas pelos órgãos de repressão e seus corpos jogados no mar ou incinerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1984, foi a vez de o primeiro arcebispo anglicano negro da África do Sul, Desmond Tutu, nascido em 1931, receber o Nobel pela sua luta em favor dos direitos humanos e civis da maioria negra, contra a discriminação racial do apartheid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dalai Lama, chefe religioso do budismo Tibetano, nascido em 1935, recebeu o Nobel da Paz, em 1989, pela sua incansável campanha não violenta de denúncia contra a ocupação política e militar do seu país, por parte da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, a catequista da diocese do Quiche guatemalteco e ativista dos direitos indígenas, Rigoberta Menchú, recebeu o Nobel da Paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1996, o Nobel da Paz foi conferido ao bispo católico de Dili no Timor Leste, Dom Carlos Filipe Ximenes Belo, junto com José Ramos Horta, por sua luta não-violenta em favor da independência do Timor Leste, ocupado pela Indonésia logo após a saída do governo colonial português em novembro de 1975.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, o Nobel foi conferido a John Hume, líder católico da Irlanda do Norte e a David Trimble, líder protestante do Ulster, pelo acordo de paz, assinado a 10 de abril de 1998, colocando fim a 30 anos de guerra civil na Irlanda do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, o prêmio Nobel foi para o militante cristão e ativista dos direitos humanos e civis na Coréia do Sul, Kim Dae Jung, que se opôs às sucessivas ditaduras de partido único que dirigiram a Coréia, desde 1954. Tornando-se presidente do seu país, Kim empenhou-se também na reconciliação entre as duas Coréias, separadas desde o armistício que se seguiu à guerra de 1950 a 1953. Foi o primeiro presidente a encontrar-se com seu colega do norte, King Jong II, e a abrir as fronteiras para que famílias, de ambos os lados, separadas desde a guerra, pudessem se reencontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho da construção da paz se dá na comunhão do fundamento essencial de uma religião que realmente religa, o amor. Isso compreende o respeito à individualidade, às diferenças religiosas e culturais e à liberdade de expressão. Compreende também em se ter a vida e o ser-humano acima dos dogmas fundamentalistas. Compreende a disposição de fazer o bem sem olhar a quem, nem olhar o quanto isso possa gerar ônus ou bônus para si, de forma abnegada. E por falar nisso, abnegação, alguém sabe o que quer dizer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 REFERÊNCIAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEOZZO, José Oscar &lt;a href="http://latinoamericana.org/2003/textos/portugues/Beozzo.htm"&gt;http://latinoamericana.org/2003/textos/portugues/Beozzo.htm&lt;/a&gt;BOFF, Leonardo. Paixão de Cristo, paixão do mundo. Petrópolis: Vozes, 1978.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-9184391378085573862?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/9184391378085573862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=9184391378085573862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/9184391378085573862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/9184391378085573862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/religio-e-construo-da-paz.html' title='Religião e Construção da paz'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-2121874423164383976</id><published>2007-09-03T11:09:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T11:20:06.280-07:00</updated><title type='text'>Pegar a Deus pela Palavra?</title><content type='html'>Dentre as “formulas de sucesso” na oração, uma das mais usadas é “pegar a Deus pela Palavra” ou “reivindicar na Palavra”. Quem usa dessa “fórmula”, justifica-a dizendo que toda promessa de Deus contida na Bíblia, Deus não as pode negar aos seus filhos. Entretanto, esquecem-se de pelo menos uma coisa muito importante, a saber, a Bíblia é a palavra de Deus ao homem e não do homem a Deus. Ou seja, Deus não revelou sua Palavra para que nós o fizéssemos lembrar dela. Deus revelou sua Palavra, sim, para que nós a conhecêssemos e não esquecêssemos dela. Nós é que somos falhos, esquecidos, homens de pouca fé, etc., não Deus. Somos nós que precisamos da Sua Palavra, não Ele. Quando Deus se revelou, em sua Palavra, como o “Deus que Sara”, não o fez para prender-se a responsabilidade de ter que curar segundo o nosso querer. Fez, sim, para que nós pudéssemos crer, esperar e confiar na cura que nos vem de acordo com a Sua perfeita vontade[1]. Alguns replicam, citando Mateus 8:13, onde Jesus diz a um centurião: &lt;em&gt;“seja feito conforme a tua fé”&lt;/em&gt;. Ora, não estou negando isso, pois se Jesus quiser fazer conforme a minha fé, posso ter a confiança de que minha fé está bem aplicada e meu pedido é bom, então, que &lt;em&gt;“seja feita a Sua vontade”&lt;/em&gt;. Afinal, Jesus não faria conforme a vontade do centurião, se a vontade do centurião não fosse, antes, a vontade de Deus[2], que é boa. Eles também usam versículos como Marcos 5:34, onde Jesus fala: &lt;em&gt;“a tua fé te salvou”&lt;/em&gt;. Com estes, argumentam que a ação de Deus origina-se a partir da fé do homem. O que eles esquecem é que a fé é dom de Deus[3]. Assim, já não é a nossa fé que move a Deus, mas Deus é que move a nossa fé. Então se temos fé genuína, não precisamos reivindicar de Deus, pois não teríamos essa mesma fé se Ele já não estive trabalhando. Nossa fé é a prova de que Deus começou a agir, faz muito tempo[4]. Reivindicar o que, então? Não há como reivindicar que acorde mais cedo, aquele que não dorme nem cochila[5]; nem exigir mais cuidado daquele que nos cuida 24 horas por dia de eternidade a eternidade[6].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o único relato bíblico de alguém que tenha tentado pegar Jesus pela palavra foi o diabo, ao que Jesus lhe respondeu: “Não tentarás o Senhor Teu Deus”[7]. Portanto, “pegar a Deus pela Palavra” ou “reivindicar na Palavra” é um princípio é diabólico, é tentar a Deus, é cálice de demônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________________&lt;br /&gt;1. João 5:21 – &lt;em&gt;“Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;2. Tiago 4:3 – &lt;em&gt;“pedis e não recebeis, porque pedis mal”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;3. I Coríntios 12:8,9 – &lt;em&gt;“Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;4. Mateus 6:7,8 – &lt;em&gt;“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;5. Salmos121:4 – &lt;em&gt;“É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;6. Salmos 103:17 – &lt;em&gt;“Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade”&lt;/em&gt;; Salmos 90:1 – &lt;em&gt;“Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;7. Mateus 4:7 – &lt;em&gt;“Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus”&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-2121874423164383976?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/2121874423164383976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=2121874423164383976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/2121874423164383976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/2121874423164383976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/pegar-deus-pela-palavra.html' title='Pegar a Deus pela Palavra?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-7539086983436629395</id><published>2007-09-03T10:49:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T11:07:02.505-07:00</updated><title type='text'>Provar a Deus?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (I Coríntios 10:9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto acima, o Apóstolo Paulo faz referência ao povo de Israel, conforme descrito no livro de Números 21:4-6 – &lt;em&gt;“Então, partiram do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, a rodear a terra de Edom, porém o povo se tornou impaciente no caminho. E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil. Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro pecado que nos vem à mente, ao lermos este texto, é o pecado da murmuração. Todavia, quando Paulo citou este fato, ele não estava se referindo ao pecado de murmuração. Isso porque a murmuração, neste caso, tinha um objetivo, o de tentar a Deus. Queriam, por meio de murmurações, constranger Moisés e seu Deus. Eles achavam que constrangendo-os, Moisés oraria a Deus que, por sua vez,  responderia de forma consoante ao desejo popular. O que eles não sabiam é que este caminho lhes geraria somente morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o povo foi impaciente naquele tempo, quanto mais nós, nos dias de hoje! Num tempo em que tudo é infinitamente mais rápido, em que temos comunicação áudio-visual em tempo real com qualquer parte do planeta, transportes velocíssimos, soluções rápidas, tudo o que não se quer ouvir falar é sobre “paciência” e “espera”. É exatamente nesse ponto em que os que se dizem “igreja de Cristo” mais bebem o cálice dos demônios. Assim como no mundo secular, os crentes vivem querendo tudo “pra ontem”. A partir daí, surgem inúmeras fórmulas de sucesso, campanhas milagrosas, sacrifícios poderosos que prometem sucesso rápido para o aqui-e-agora-se-possível-ontem. No afã da conquista do “milagre” querem “provar a Deus”, “colocar Deus contra a parede”, “pegar Deus pela Palavra”, “ordenar”, “reivindicar”, “se revoltar”, “exigir”, “provocar o milagre”. Assenhoriam-se de Deus, tornam-O seu servo. Vale tudo pela “bênção”, só não dá pra esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eles não se dão conta é que a fé só se prova na esperança, pois ninguém espera pelo que não crê.  Quando nos negamos a esperar em Deus, negamos a fé e assumimos, logo, o caráter de reivindicadores, como se Deus nos devesse alguma coisa, ou como se tivéssemos, em nós mesmos, algum mérito que não adviesse unicamente da graça de Cristo. E se pela graça de Cristo é que somos bem-aventurados, não pode, então, ser pelo mérito humano, pois se fosse por mérito humano, a bênção divina já não seria graça, e sim, “débito” de Cristo. O grande mal é que não confiamos em Deus o suficiente para descansarmos nEle. Nossa tendência é pensar que somente nós sabemos o que é melhor para nós mesmos. Então, por vezes, ainda que inconscientemente, oramos a Deus para que “seja feita a sua vontade, contanto que a sua vontade seja exatamente igual a nossa”. O pior é que, muitas vezes, sequer queremos saber qual a vontade de Deus, e de forma alguma aceitamos nos sujeitar a ela, pois temos medo do que ela pode nos revelar. Isso porque, realmente, não confiamos em Deus. E se não confiamos em Deus, resta-nos apenas confiar nas “teologias terrenas”[1] daqueles que querem condicionar Deus as suas próprias vontades carnais. O único problema é que nessas “teologias terrenas” não há vida alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________________&lt;br /&gt;1. Sobre “teologia da terra”, recomendo a leitura do livro “Enigma da graça” de Caio Fábio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Mateus 26:14-15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judas é o maior exemplo de quem não soube esperar em Deus, e não soube esperar, simplesmente porque não entendeu o que era o Reino de Cristo. Antes de atirarmos pedras em Judas (o que é desnecessário, já que ele morreu arrebentado entre pedras[1]), precisamos compreender o que levou Judas a trair Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________________&lt;br /&gt;1. Atos 1:18 – “Ora, este homem adquiriu um campo com o preço da iniqüidade; e, precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Judas não traiu Jesus por dinheiro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;br /&gt;“Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Mateus 26:14-15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que Judas não impôs nada, apenas se comprometeu a entregar Jesus por qualquer coisa que os sacerdotes quisessem lhe dar. Judas não estava interessado naquele dinheiro. Uma moeda de prata, ou uma dracma, como era chamada, era uma moeda grega, e tinha quase o mesmo valor de um denário romano. O Denário, algumas vezes traduzido como dinheiro, era a principal moeda romana de prata, geralmente, era o salário de um dia de trabalho de um homem[1]. Logo, Judas recebeu o equivalente a um mês de trabalho. Ora! Que falta de ambição a de Judas! Entregar o Filho de Deus por um salário mínimo! Definitivamente Judas não traiu Jesus por dinheiro, pois certamente lucrava muito mais roubando da bolsa de Jesus[2], que era abonada pelos bens de mulheres generosas[3], do que lucrou entregando-o aos sacerdotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________________&lt;br /&gt;1. Dicionário Bíblico Universal, Buckland. São Paulo, SP. Editora Vida, 2000.&lt;br /&gt;2. João 12:6 – &lt;em&gt;“Isto disse ele, não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;3. Lucas 8:2-3 – &lt;em&gt;“e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entendermos o porquê da traição de Judas, precisamos compreender o contexto político da época. Veja o relato de Coleman[1]:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os judeus aguardavam ansiosamente um libertador que restauraria a nação aos dias de glória vividos quando dos reinados de Davi e Salomão. Desde então já se havia passado mil anos, e eles tinham enfrentado divisões, exílio e ocupações. Mas muitos aguardavam firmemente o cumprimento das promessas das escrituras, esperando o Messias com ansiedade. (...) A esperança da vinda do Messias nunca estivera mais aguçada do que na época em que Jesus esteve na terra. E houve pelo menos uma ocasião em que o povo quis agarrá-lo a força e coroa-lo rei (João 6:16).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________________________&lt;br /&gt;1. Coleman, William. Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos. Belo Horizonte, MG. Editora Betânia, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os outros judeus, Judas desejava a restauração do governo a Israel. Ao ver a fama de Jesus e o grande número de pessoas que o seguiam, Judas não teve dúvida de que Jesus poderia ser coroado Rei, então se viu envolvido pelo mesmo sentimento que muitos, ainda hoje e principalmente hoje, se envolvem: o desejo pelo poder, ainda que por meio de outrem. Este desejo tem manchado a igreja em sua estrutura eclesiástica, pois historicamente, Igreja e Estado nunca foi uma boa mistura. Como prova disto há muitos casos, mas por hora basta lembrar que a grande vergonha do catolicismo – a “Santa Inquisição” – só foi possível por causa de seu poder político; Também Calvino, se não tivesse misturado o seu ministério à política, em Genebra, não teria cometido a maior vergonha de sua carreira, condenando Michael Servetus a ser queimado na fogueira, no dia 27 de outubro de 1553, sob acusação de propagar heresia1. Nesse entremeio, de tempos em tempos surgem novas “fórmulas mágicas” de conversão em massa que ainda que, a princípio seja bem intencionado, ao final, o interesse pelas massas, torna-se estritamente político. E nesse momento já não há limites para os intentos do homem, tal qual foi em Babel2. Judas também havia perdido o sentido ministerial pelo qual Cristo o havia chamado, estava demonizado – no mais literal sentido da palavra “elilin”, pois estava “oco”, ou seja, completamente vazio da luz de Cristo. Seu intento, agora, era meramente político3. Pensava que se entregasse Jesus aos seus opositores, diante da ameaça de morte, certamente Jesus se veria pressionado, conclamaria o povo para si e instituiria seu reino sobre Israel. O arrependimento de Judas se deu, exatamente, porque nada do que ele esperava aconteceu, pois Jesus não é do tipo que sede a pressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “teologia” dos pregadores que afirmam que Deus nos responde quando o pressionamos pondo-lhe a prova, é falha, pois é humana, é teologia de Judas, portanto, é diabólica4. Quem dela bebe, bebe do cálice de demônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;1. Ronald Wallace. Calvino, Genebra e a reforma. 2003, Editora Cultura Cristã.&lt;br /&gt;2. Gênesis 11:6-8 – “e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade”.&lt;br /&gt;3. Neste aspecto, os intentos que permeiam os homens de hoje é pior que o de Judas, pois, ao menos, o de Judas era patriótico; o dos homens de hoje é egocêntrico.&lt;br /&gt;4. João 6:70 – “Replicou-lhes Jesus: Não vos escolhi eu em número de doze? Contudo, um de vós é diabo”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-7539086983436629395?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/7539086983436629395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=7539086983436629395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/7539086983436629395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/7539086983436629395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/provar-deus.html' title='Provar a Deus?'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766376515665003759.post-601478691777457958</id><published>2007-09-03T10:44:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T10:48:33.872-07:00</updated><title type='text'>A MESA DOS DEMÔNIOS</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;“Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (I Coríntios 10:1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo antecedente ao que trata da Santa Ceia, Paulo aborda a unidade da fonte espiritual servida ao povo de Israel em sua peregrinação pelo deserto e à igreja em sua peregrinação na terra. Israel, pelo sacrifício de cordeiros, manifestava sua fé no Cristo que viria remir seu povo; a Igreja, pelo sacramento da Santa Ceia, manifesta a fé no mesmo Cristo que já a remiu. Os sacrifícios de cordeiros apontavam para o futuro, o sacramento da Santa Ceia é realizado em memória, porém ambos apontam em uma só direção, Jesus Cristo. Assim, a igreja participa do mesmo manjar servido ao povo de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;“Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (I Coríntios 10:5-6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A graça de Cristo nos livra da condenação, mas não nos livra de errarmos, nem nos torna “super crentes” enquanto peregrinamos aqui. Todavia, viver na graça não é viver na inconsciência do pecado, fazendo pouco caso da santidade sob o argumento de que Cristo pagou toda a nossa dívida. Viver na graça é, sim, viver a consciência de que somos pecadores e por esse motivo buscamos e esperamos com desejo ardente a força santificadora daquele em quem, somente nEle e para Ele, temos justificação. Em outras palavras, viver na graça é saber que não somos “superes” nem “subes”, que somos apenas quem somos, sem ter que nos mostrarmos diferentes de nós mesmos, que somos capazes de às vezes acertar outras vezes errar, que somos dependentes da graça de Deus, e que necessitamos de vigilância e oração. E quando se fala de vigiar e orar, logo se pensa em amarrar, neutralizar, subjugar e derrotar todas as forças que nos rodeiam. O problema é que as armas da nossa milícia não deveriam estar apontadas para o exterior, e sim, para o nosso interior, pois é exatamente do nosso coração que procedem todos os males que nos rodeiam1. Viver atacando o exterior é submeter-se a um tratamento meramente sintomático sem qualquer perspectiva de cura, deixando agravar, a cada dia, o “quadro clínico” da alma. Paulo, no versículo acima, nos chama a uma compreensão de nossa condição decaída e exorta-nos a não confiarmos em nossos próprios intentos. Não temos nada, em nós mesmos, que nos faça melhor do que aqueles israelitas que desagradaram a Deus. Eles comeram do mesmo manjar que nós comemos e beberam da mesma água que sai da mesma rocha de onde saciamos nossa sede. Ainda assim eles caíram e nós... bem, nós não somos melhores que eles, mas podemos aprender com seus exemplos. Afinal, diz o ditado: “o inteligente aprende com seus próprios erros, o sábio aprende com o erro dos outros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;1. Mateus 15:19 – &lt;em&gt;“Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;“Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (I Coríntios 10:7-8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Apóstolo Paulo fez uso de um ditado popular para dar um conceito apropriado ao que era ser idólatra. Correlacionando o ditado ao contexto de I Coríntios, capítulo 10, entendemos que ao citar “o povo assentou-se para comer e beber”, ele estava se referindo a participar da mesa do Senhor, enquanto a expressão “levantou-se”, que se opõe à “assentou-se”, indica que o “divertimento” do povo estava em oposição à mesa do Senhor. Isso porque a idolatria sempre esteve relacionada à imoralidade sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre isso, escreveu William Coleman1: “As religiões pagãs das culturas vizinhas, que várias vezes contaminaram os israelitas, costumavam promover algum tipo de prostituição cultual, que geralmente estava associada com o conceito de fertilidade. Quando um agricultor queria obter colheitas mais fartas ou rebanhos mais produtivos, precisava recorrer aos deuses da fertilidade. Se uma mulher desejasse ter filhos, e não os tinha, teria que fazer o mesmo. E uma das formas de agradar a esses deuses era manter relações sexuais com as prostitutas ou prostitutos que se encontravam no templo para esse fim. Embora isso possa parecer muito estranho, o fato é que essa prática era bastante comum, e durou até os tempos do Novo Testamento. E muitas vezes ela foi associada ao culto de Jeová”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________________________&lt;br /&gt;1. William Coleman. Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos. Belo Horizonte, MG. Editora Betânia, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma forte relação entre idolatria e prostituição, pois idolatria é prostituição da fé no Deus único e verdadeiro, enquanto a prostituição é a idolatrização da carne. Ambos estão em contraste com relação a assentar-se à mesa do Senhor, pois Paulo denomina estas coisas como “mesa dos demônios”. Todavia, idolatria e prostituição não estão ligadas unicamente à adoração de imagens e imoralidade sexual. A infeliz verdade é que bebe do cálice dos demônios qualquer pessoa que prostitui a fé pela idolatrização do sexo, do dinheiro, do status, da fama, da aparência, do púlpito, do cargo político, etc., etc., etc. E é por isso que encontramos tantos imorais-idólatras – bebendo do cálice dos demônios – nos clubes, na TV, nos altares, nos púlpitos de igrejas, nos corais, nas câmaras e assembléias, entre outros. Discursam o que não crêem, crêem no que não discursam, representam ser quem não são, maquiam o evangelho de Cristo conforme seus próprios interesses, tudo em nome da popularidade. Pois para estes, pouca importa o que diz a Palavra de Deus ou até mesmo a própria consciência, pois a única “verdade” que lhes importa é o conceito da pseudo-verdade de uma maioria absolutamente superficial, viventes de um mundo em que a única verdade real é que toda pessoa tem seu preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ser idólatra é, realmente, muito mais difícil do que comumente se pensa. Contudo, “não vos façais idólatras”. Paulo não disse para que não deixássemos alguém ou alguma coisa nos tornar idolatras, disse sim, para não nos fazermos idolatras. Isso porque a idolatria não é gerada no suposto ídolo, mas sim no coração de quem o venera. Afinal, um ídolo não tem valor algum1, mas o coração humano, com seu poder de fazer-se idólatra, é capaz de venerar imagens, cristais, ratos, gatos, vacas, árvores, aves, pessoas, posses, dinheiro, sexo, fazendo-os seus deuses – falsos deuses ou demônios, como queiram chamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;“Portanto, meus amados, fugi da idolatria. (...)Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (I Coríntios 10:14,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________&lt;br /&gt;1. Jeremias 10:5 – “Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766376515665003759-601478691777457958?l=mensagempastoral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/feeds/601478691777457958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2766376515665003759&amp;postID=601478691777457958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/601478691777457958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766376515665003759/posts/default/601478691777457958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mensagempastoral.blogspot.com/2007/09/mesa-dos-demnios.html' title='A MESA DOS DEMÔNIOS'/><author><name>Mensagens do Pastorais</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15722440585257906675</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
